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Ex-CEO do Twitter Jack Dorsey elogia Elon Musk: "É solução singular"

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O cofundador e ex-CEO do Twitter Jack Dorsey escreveu uma série de tuítes na segunda-feira (25) dando o seu ponto de vista a respeito da aquisição de Elon Musk sobre a rede social. Em tons gerais, ele se disse satisfeito pelo negócio e acredita que Musk tem boas intenções com a plataforma.

Dorsey abriu o tópico se dizendo arrependido de ter aberto o capital do Twitter em 2013. "Eu amo o Twitter. O Twitter é a coisa mais próxima que temos de uma consciência global. A ideia e o serviço são tudo o que importa para mim, e farei o que for preciso para proteger ambos. O Twitter como empresa sempre foi meu único problema e meu maior arrependimento. Foi tomado por Wall Street e pelo modelo de anúncios. Retomá-lo de Wall Street é o primeiro passo correto."

Depois, o executivo explicou como imagina o Twitter e o que pensa de Elon Musk no comando da empresa:

A princípio, não acredito que alguém deva possuir ou administrar o Twitter. Ele quer ser um bem público em nível de protocolo, não uma empresa. Resolvido o problema de ser uma empresa, no entanto, Elon é a solução singular em que confio. Confio em sua missão de estender a luz da consciência.

"A meta da Elon de criar uma plataforma que seja 'massivamente confiável e amplamente inclusiva' é a correta. Esse também é o objetivo de @paraga [Parag Agrawal, atual CEO do Twitter] e por isso o escolhi. Obrigado a ambos por tirar a empresa de uma situação impossível. Este é o caminho certo... eu acredito com todo meu coração. Estou tão feliz que o Twitter continuará a servir a conversa pública. Ao redor do mundo, e nas estrelas!", encerrou Dorsey.

Sede do Twitter em San Francisco; ex-CEO Jack Dorsey elogiou Elon Musk por aquisição da rede social (Imagem: Reprodução/Tobias Kleinlercher/Wikipedia)
Sede do Twitter em San Francisco; ex-CEO Jack Dorsey elogiou Elon Musk por aquisição da rede social (Imagem: Reprodução/Tobias Kleinlercher/Wikipedia)

A saga do Twitter em busca de lucro

Um dos grandes desafios de Elon Musk será tornar o Twitter lucrativo. Frente à concorrência com as redes sociais do grupo Facebook, a plataforma nunca conseguiu se igualar aos rivais diretos em número de usuários ou receita publicitária.

Nos resultados financeiros do quarto trimestre de 2013, após ter aberto seu capital naquele ano, a empresa registrou um prejuízo líquido de US$ 511 milhões (R$ 2,3 bilhões) contra apenas US$ 8,7 milhões (R$ 40 milhões) no mesmo período no ano anterior. As perdas acumuladas em 2013 chegaram a US$ 645,3 milhões (R$ 3 bilhões).

Em abril de 2020, após o início da pandemia de covid, o Twitter bateu a marca de 166 milhões de usuários ativos, mas a receita de publicidade do primeiro trimestre daquele ano caiu perto de 27% no comparativo anual. Já em outubro de 2021, um alívio: a receita com propaganda atingiu US$ 1,14 bilhão (R$ 5,3 bilhões), um crescimento de mais de 41% em relação a 2020.

Jack Dorsey, um dos cofundadores do Twitter, anunciou em novembro a renúncia ao seu cargo de CEO da rede social. A mudança veio no momento em que a empresa tentava bater suas metas internas de crescimento. Seu objetivo no começo de 2021 era dobrar seu lucro anual até o final de 2023, indo de US$ 3,7 bilhões (R$ 20,7 bilhões) em 2020 para US$ 7,5 bilhões (R$ 42,1 bilhões) ou mais.

Mas, no mais recente balanço trimestral, em fevereiro, a plataforma registrou um lucro líquido de US$ 181,6 milhões (R$ 848,3 milhões), uma queda de 18,2% na comparação com o mesmo período em 2021. Já as receitas subiram 21,5%, alcançando US$ 1,56 bilhão (R$ 7,2 bilhões). Ainda assim, o valor ficou abaixo das projeções de US$ 1,58 bilhão (R$ 7,3 bilhões). Para comparar, a Meta, dona do Facebook, obteve lucro líquido de US$ 10,29 bilhões (R$ 48 bilhões) no quarto trimestre de 2021.

Fonte: Canaltech

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