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Olimpíadas: Chibana brilha com Ippon em 14 segundos, mas cai para líder do ranking; Takabatake também se despede

·2 minuto de leitura
Gabriela Chibana, de azul, perde para Distria Krasniqi, de Kosovo, nos Jogos de Tóquio (JACK GUEZ/AFP via Getty Images)
Gabriela Chibana, de azul, perde para Distria Krasniqi, de Kosovo, nos Jogos de Tóquio (JACK GUEZ/AFP via Getty Images)

Desde que as chaves foram sorteadas, era esperado que o primeiro dia do judô em Tóquio dificinmente traria medalhas. Isso porque Gabriela Chibana e Eric Takabatake inevitavelmente cruzariam não apenas com cabeças de chaves, mas com favoritos ao ouro olímpico. Assim, a dupla brasileira se despede dos Jogos Olímpicos com quedas na segunda rodada para a kosovar Distria Krasniqi e pelo sul-coreano Kim Won Jin, respectivamente.

Mas isso não significa que Chibana e Takabatake não terão boas memórias para levar na bagagem. A brasileira principalmente chocou a todos ao vencer na primeira rodada com apenas 14 segundos. Não que a vitória tenha sido surpreendente, afinal encarou Harriet Bonface, que ocupa apenas a 108ª posição no ranking mundial e foi a 27ª classificada entre as 28 atletas. Mas a forma feita, com um Ippon logo em sua estreia olímpica, chamou a atenção.

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O grande problema foi a segunda luta, onde encararia a líder do ranking mundial. Enfrentar Distria Krasniqi, que também é tricampeã europeia e tricampeã do Masters, foi um balde de água fria. Chibana ainda recebeu uma punição na primeira ação da luta por pisar fora da área de luta. O Ippon com um osoto-gari veio quando faltavam 1m40s para o final.

— Ainda não dá pra falar muito, só quero agradecer a todo mundo pela torcida. Desculpa, queria ter ido melhor, não sei o que falar (chorando). Eu fui uma luta de cada vez, estava focada na segunda luta, mas não sei. Fiz tudo que podia ter feito, treinei para isso... — disse Chibana, muito emocionada, ao deixar o tatame.

Takabatake sonha, mas não avança

Na categoria até 60kg masculino, Eric Takabatake também fez boa estreia: bateu Soukphaxay Sithisane, de Laos, com dois wazaris. Mas assim como Chibana, teve que cruzar com o cabeça de chave Kim Won-Jin, sul-coreano que é duas vezes medalhista de bronze no mundial.

E por um momento, Eric sonhou com a vitória. Ao aplicar um contragolpe, viu o adversário bater no chão e a arbitragem dar Ippon, mas a revisão do vídeo mostrou que o sul-coreano girou a tempo para evitar bater com as costas no tatame.

Kim respondeu dando entradas seguidas, e conseguiu um wazari no osoto-gari com 3m41s de tempo extra. Vitória do sul-coreano, que deixou o Brasil sem chances de medalha no primeiro dia.

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