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Evo Morales define esta semana se volta à Bolívia para posse de Arce

·2 minuto de leitura
O ex-presidente da Bolívia Evo Morales acena ao sair de uma coletiva de imprensa em Buenos Aires, 22 de outubro de 2020
O ex-presidente da Bolívia Evo Morales acena ao sair de uma coletiva de imprensa em Buenos Aires, 22 de outubro de 2020

O ex-presidente boliviano Evo Morales, há um ano vivendo no exílio, definirá nos próximos dias se retorna ao país para a posse de seu herdeiro político, Luis Arce, prevista para 8 de novembro, após a vitória de seu partido nas eleições presidenciais.

“Acho que esta semana, até o final de semana, vamos decidir quando voltar e como voltar”, disse Morales à emissora Kawsachun Coca, de Chapare (centro da Bolívia).

O ex-presidente viajou da Argentina, onde vive como exilado, para a Venezuela na sexta-feira. Seu retorno a Buenos Aires estava marcado para este domingo.

O ex-presidente de esquerda buscou refúgio primeiro no México e depois na Argentina após renunciar à presidência da Bolívia em 10 de novembro de 2019, após perder o apoio das Forças Armadas em meio a denúncias de fraude eleitoral.

Alguns membros do partido Movimento pelo Socialismo (MAS), liderado por Morales, manifestaram o desejo de que o ex-presidente esteja presente na posse do recém-eleito Arce.

No entanto, outros de seus seguidores acreditam que o retorno deve ser adiado para não ofuscar o momento de Arce, que foi ministro da Economia de Morales.

“Muitos estão sugerindo que meu retorno seja no dia 11 [de novembro]. Saí dia 11 (da Bolívia para o México) e voltei nessa data”, explicou Morales, que analisa as possibilidades.

Morales revelou ter conversado sobre seu retorno com Arce. “Não está definido. Estamos em debate. Veremos quando voltaremos ao Trópico”, disse o ex-mandatário, sugerindo que, ao retornar, se mudaria diretamente para a área do Chapare (centro da Bolívia), seu principal reduto político.

Nos dias que antecederam as eleições, especulou-se que Morales voltaria pela fronteira com a Argentina, onde vive desde dezembro.

“Estou muito grato ao presidente da Argentina, Alberto Fernández, porque se ofereceu para me levar pessoalmente à Bolívia”, concluiu.

gbh/mls/am