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Quanto o horário de verão ajudou a economizar até hoje?

·3 min de leitura
Alarm clock flying above the sea.
Alarm clock flying above the sea.
  • Brasil economizou mais de R$1,4 bilhão com o aproveitamento de uma hora de sol desde 2010;

  • Estudos apontam que mudanças de hábitos de consumo do brasileiro reduziram economia;

  • Economia com a aplicação do horário de verão chegaria a R$609 milhões na adoção de 2021 para 2022.

Devido aos baixos níveis dos reservatórios de hidrelétricas no Brasil, o horário de verão voltou a ser pauta. Assunto que divide opiniões, a prática visava a possibilidade das pessoas consumirem energia fora do horário de pico. O que muitos se perguntam é: vale a pena adotar o horário de verão? Quanto foi economizado com a prática?

Nada melhor do que números para responder essa questão. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o Brasil economizou mais de R$1,4 bilhão com o aproveitamento de uma hora de sol desde 2010. O ano que a economia foi de maior tamanho foi em 2017, quando o país calculou uma redução de R$ 157 milhões nos gastos com eletricidade com o auxílio do horário de verão.

Existe, portanto, uma real queda nos índices de consumo com a adesão da prática, porém, novos estudos apontam que mudanças de hábitos de consumo do brasileiro, como o deslocamento do pico de energia das 18h para o meio da tarde, por volta das 15h, e adesão de novos sistemas de geração de energia fez com que a redução no consumo de energia com o horário de verão passasse a ser menos expressiva em quem anos anteriores.

Existe algum cálculo que exemplifique essa economia de energia?

A empresa brasileira MegaWhat, especializada em energia elétrica, fez uma estimativa de cálculo e descobriu que a economia de energia com o adiantamento de uma hora no relógio é de 0,5% equivalente a uma redução de 949mil megawatt-hora (MWh) em quatro meses. Mesmo não sendo o grande responsável pela crise, o estudo aponta que o horário de verão ajuda a poupar dinheiro. Segundo o estudo, a economia com a aplicação do horário de verão chegaria a R$609 milhões na adoção de 2021 para 2022.

Já os estudos da NOS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), afirmam que o horário de verão não garante mais economia de energia no Brasil. A entidade explica que houve uma mudança no horário de pico de consumo de energia, que passou do fim da tarde para o começo da tarde, quando há um aumento de uso de aparelhos de ar-condicionado, fazendo com que o cálculo de economia do horário de verão não se faça mais necessário.

Qual(is) órgão(s) regula(m) o funcionamento dessa medida?

O Ministério de Minas e Energia (MME) é o órgão responsável que dá a última palavra sobre a utilização do horário de verão. Atualmente, a instituição afirma que o adiantamento anual dos relógios em uma hora “perdeu razão de ser aplicado sob o ponto de vista do setor elétrico”. Mesmo assim, novos pedidos de estudos são solicitados a todo o momento para o MME, como feito pelo próprio Ministro Bento Albuquerque no mês de setembro.

Outro órgão que auxilia nos estudos sobre o horário de verão é a NOS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), que atualmente afirma que o horário de verão não garante mais economia de energia no Brasil.

Como o consumidor pode ‘medir’ a economia de energia em sua casa?

Antes de calcular o consumo de energia elétrica em sua casa, o consumidor precisa considerar alguns dados. O primeiro deles é a potência dos eletrodomésticos na residência. Essa informação é fornecida na unidade de potência adotada pelo Sistema Internacional de Unidades, ou seja, os watts (W).

Quanto maior o número de watts, maior a quantidade de energia que o aparelho consome. Deste modo, para calcular a energia consumida por um eletrodoméstico, basta multiplicar a potência em kW pela quantidade de horas em que o aparelho foi utilizado. O resultado desse cálculo será obtido em kWh (quilowatt por hora).

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