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Quais os alimentos que ficaram mais caros nos últimos meses?

·4 min de leitura
A woman shops at the Feira Livre market on the streets of the Liberdade neighbourhood in Sao Paulo, Brazil on September 22 , 2021. - Rising food prices on top of already high inflation became a daily challenge for the most vulnerable Brazilians. Many adjusted their diet to cope with the rising costs. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
A woman shops at the Feira Livre market on the streets of the Liberdade neighbourhood in Sao Paulo, Brazil on September 22 , 2021. - Rising food prices on top of already high inflation became a daily challenge for the most vulnerable Brazilians. Many adjusted their diet to cope with the rising costs. (Photo by NELSON ALMEIDA / AFP) (Photo by NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
  • O maior aumento no preço, em outubro, foi do feijão-fradinho, que cresceu 4,02%;

  • O preço da carne subiu 2,64% em outubro, um pouco mais do que o aumento registrado em setembro (1,43%);

  • O que pode explicar essa disparada é o alto valor do dólar.

A inflação segue avançando sobre produtos que compõem as refeições dos brasileiros. A compra de alimentos básicos para abastecer a casa está pesando cada vez mais no bolso, e com isso, é necessária uma avaliação dos preços de todos os produtos que vão à mesa: quais alimentos estão ficando cada vez mais caros?

O maior aumento no preço, em outubro, foi do feijão-fradinho, que cresceu 4,02%. O açúcar-cristal teve o segundo maior aumento de preços, de 2,87%. Nos últimos 12 meses, o aumento é de 51,90%. O preço da carne subiu 2,64% em outubro, um pouco mais do que o aumento registrado em setembro (1,43%). Com esse aumento, as carnes exerceram a maior pressão sobre o índice geral de outubro, entre todos os itens pesquisados. A alta da carne bovina puxa também o aumento da suína e da carne de frango, que passaram a ser mais consumidas como substitutas. 

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O preço do pescado também segue em alta, com aumento de 2,10%. Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 7,04%. Finalizando o Top 5 de encarecimento, o preço do tomate cresceu 1,74% em outubro, ao contrário do mês anterior, quando havia caído 0,09%.

Quais os principais indicadores/ instituições que avaliam preços dos alimentos?

A divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em outubro, o estudo indicou que o preço dos alimentos segue em tendência de alta cada vez mais acelerada no Brasil. Os dados também foram confirmados pelo Indicador de Inflação por Faixa de Renda, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Quais as principais razões para o preço alto?

Muitos se perguntam: por que os preços de alimentos estão aumentando tanto e cada vez mais? O que pode explicar essa disparada é o alto valor do dólar, que faz com que muitos produtores prefiram exportar os produtos, ganhando em dólar, ao invés de vender no mercado interno. O dólar alto também encarece a produção de alguns alimentos, já que alguns insumos, como fertilizantes, são importados.

É possível ‘trocar’ proteínas sem perder valor nutricional?

Outra preocupação que aparece para os brasileiros com o valor das carnes em alta é como “trocar” a proteína animal na rotina de alimentação sem perder valor nutricional. Os alimentos de origem animal são ricos em proteína, mas não são as únicas opções. Alguns alimentos podem ser até mais eficientes e, se consumidos em variedade, são melhores ainda.

A amêndoa é uma ótima opção para completar os lanches nos intervalos das refeições. Além de oferecer saciedade e gordura boa ao corpo, a cada cem gramas deste alimento é possível ingerir 21,1 gramas de proteínas. Outra opção válida que é rica em proteína é o amendoim. Além de ser mais barato que a amêndoa, o amendoim também é mais rico em proteína. 

São 26 gramas de proteína a cada cem gramas do alimento. Mesmo assim, não é permitido exagerar em seu consumo, devido à quantidade de gordura que ele possui. Por fim, a soja é outra excelente alternativa para quem quer substituir o consumo de carnes. Além de poder ser consumida em grãos, ela também é a fonte para diversos alimentos, como o tofu, leite, carne, entre outras coisas. Cada cem gramas de soja possuem 34 gramas de proteínas.

Quais as dicas para garantir uma cesta básica a preços acessíveis?

Seja para economizar, doar ou comercializar, a cesta básica tornou-se um instrumento capaz de fornecer alimentos básicos e necessários no dia a dia de uma família. Embora não exista uma lista estabelecida de alimentos para compor uma cesta básica, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) utiliza 13 produtos básicos com o intuito de acompanhar o preço da cesta básica ao longo dos meses. 

São eles: açúcar, arroz, banana, óleo, batata, café em pó, carne, farinha, feijão, leite, manteiga, pão e tomate. Pensar na relação custo-benefício entre preço e qualidade dos produtos acima pode ser a receita do sucesso na composição de uma cesta básica.

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