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O aquecimento global é uma farsa?

·3 min de leitura
Young people from different countries showing their ideology
Young people from different countries showing their ideology
  • Debate criado sobre o aumento da temperatura terrestre coloca em xeque tanto a existência do fenômeno;

  • Aquecimento global não é uma farsa, e sim uma perigosa realidade;

  • Integrantes e ex-integrantes influentes do governo de Jair Bolsonaro já negaram ou ao menos manifestaram dúvidas sobre o fenômeno.

Muitas polêmicas giram em torno do assunto aquecimento global. Enquanto instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU) manifestam extrema preocupação com o tema, alguns cientistas fazem críticas ao aquecimento global, afirmando que o aumento da temperatura do planeta está conectado a fatores naturais e não ao aumento de CO² na atmosfera.

O debate criado sobre o aumento da temperatura terrestre coloca em xeque tanto a existência do fenômeno quanto a real participação do homem em sua ocorrência, mas segundo a grande maioria de estudiosos do assunto, o aquecimento global não é uma farsa, e sim uma perigosa realidade.

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Em avaliação feita com pesquisadores em 2020, 97% da corrente mais famosa na comunidade científica confirma que o homem, desde a Primeira Revolução Industrial, vem interferindo diretamente sobre o clima por meio da emissão dos chamadas gases-estufa, como o CO² e o gás metano.

O que dizem bolsonaristas que negam o aquecimento global?

Integrantes e ex-integrantes influentes do governo de Jair Bolsonaro já negaram ou ao menos manifestaram dúvidas sobre o aquecimento global e o fato das mudanças climáticas terem interferência humana, contrariando 97% dos cientistas. Carlos Bolsonaro, vereador e filho do presidente, e Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, são algumas das figuras que se manifestaram contra a preocupação com o aquecimento global. Em 2019, Ernesto Araújo representou o Brasil em reunião nos Estados Unidos e negou a existência do aquecimento global: “O ponto principal da ditadura do clima, do climatismo, é o fim do debate político normal”, disse o ex-ministro.

Como o aquecimento global afeta o país?

O aquecimento global diminui a umidade do ar, elemento responsável por impedir a ação de incêndios em florestas. Sem o controle da umidade, os incêndios se tornam inevitáveis, levando muitas espécies que habitam a região fatalmente à extinção. O Brasil, país reconhecido pela vasta fauna e diversidade ecológica, é um dos locais com mais chances de sofrer impactos graças ao aumento da temperatura na atmosfera.

Quais são as regiões mais afetadas e como esse impacto acontece?

O principal e mais preocupante efeito possível do aquecimento global em solo brasileiro é a redução da Floresta Amazônica, que poderá perder entre 30% e 50% do território durante o século XXI, segundo estudos do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

A questão climática ainda pode se tornar uma grande bola de neve no Brasil, pois a ausência de parte da Floresta Amazônica seria responsável pela diminuição da umidade do ar não só em sua região, mas em todo o país, assim como em todo mundo. Isso provocaria a intensificação de todos os problemas naturais possíveis.

Quais as políticas estaduais e federais adotadas para conter os impactos do aquecimento global?

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) espera que os países digam o quanto antes como pretendem reduzir as emissões até 2050. Segundo o Obervatório do Clima, rede de 56 organizações da sociedade civil, o Brasil ainda não apresentou nenhuma nova medida de política adotada sobre o assunto: “Não foi apresentado um plano interno e não foi apresentado para a ONU nenhum tipo de estratégia a longo prazo. Isso ainda não está escrito em nenhum documento oficial”, descreve o presidente do OC.

Para tentar atingir a meta anterior de redução climática para 2030, o governo Bolsonaro havia anunciado compromissos como o de zerar o desmatamento ilegal até 2025, reflorestar 12 milhões de hectares e assegurar 45% das fontes renováveis na matriz energética nacional, mas até hoje nenhum plano detalhado de como executar tais ambições foi informado.

Vale lembrar que em 2020 o Ministério do Meio Ambiente, liderado então pelo Ministro Ricardo Salles, demitiu duas autoridades de alto escalão que atuavam no combate às mudanças climáticas no Brasil.

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