Mercado fechará em 3 h 20 min
  • BOVESPA

    108.953,86
    +1.574,94 (+1,47%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.558,85
    +291,65 (+0,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,78
    +1,72 (+3,99%)
     
  • OURO

    1.800,70
    -37,10 (-2,02%)
     
  • BTC-USD

    19.232,49
    +780,52 (+4,23%)
     
  • CMC Crypto 200

    379,87
    +10,12 (+2,74%)
     
  • S&P500

    3.614,42
    +36,83 (+1,03%)
     
  • DOW JONES

    29.956,50
    +365,23 (+1,23%)
     
  • FTSE

    6.420,31
    +86,47 (+1,37%)
     
  • HANG SENG

    26.588,20
    +102,00 (+0,39%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    11.912,00
    +6,75 (+0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3978
    -0,0425 (-0,66%)
     

A segunda onda de covid-19 chegou no Brasil?

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
(AP Photo/Eraldo Peres)
(AP Photo/Eraldo Peres)

Países de todo mundo, em especial na Europa, se preparam para a segunda onda da pandemia do coronavírus. Aqui no Brasil, no entanto, governantes de todas as esferas se dizem tranquilos com a situação “estável” até o momento de “ondas” no país.

Durante uma pandemia como a do coronavírus, gráficos de análises crescem e atingem picos que são caracterizados por um grande número de casos de pessoas infectadas e de óbitos.

Esses picos das pandemias são momentos mais críticos e o rápido crescimento nos casos de doenças provoca o esgotamento dos leitos hospitalares e os recursos se tornam escassos. Esse cenário é conhecido como onda.

A segunda onda no Brasil

O Brasil, segundo país com mais mortes pelo novo coronavírus, registra um aumento das hospitalizações que desperta o temor de uma segunda onda da pandemia como a que castiga a Europa e os Estados Unidos.

A média de óbitos, que tinha superado os mil por dia entre junho e agosto, caiu abaixo de 350 no começo de novembro neste país de 211,8 milhões de habitantes, onde a doença já deixou 166.699.000 mortos. Mas já na segunda quinzena do mês, tem superado as 500 mortes diárias.

O estado de São Paulo, o mais populoso e o que tem o maior número de casos e óbitos, teve na segunda semana de novembro uma alta de 18% nas internações.

O aumento recente de internações foi reportado sobretudo em hospitais privados e na população mais jovem, de classes média e alta.

Sidney Klajner, presidente do hospital Albert Einstein de São Paulo, um dos de maior prestígio do país, diz ainda achar “prematuro” falar sobre uma tendência de crescimento" que configure uma segunda onda.

Mas Domingos Alves, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e chefe do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da USP, se mostra menos otimista: "Já estamos na segunda onda", avalia.

O especialista chama atenção para o aumento recente da taxa de reprodução do vírus, ou seja, do número de contágios por cada infectado. Uma taxa superior a 1 é considerada preocupante.

O que Bolsonaro diz sobre segunda onda?

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) minimizou a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19 no Brasil ao comentá-la pela primeira vez no dia 13 de novembro, uma sexta-feira.

“E agora tem essa conversinha de segunda onda", disse ele, que ainda completou: "Tem que enfrentar se tiver [segunda onda] porque, se quebrar de vez a economia, seremos um país de miseráveis”.