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Evergrande pode colapsar.

·2 minuto de leitura

Evergrande é uma incorporadora que possui uma das maiores dívidas do planeta. Até o presente momento, a dívida da companhia chega ao patamar dos 300 bilhões de dólares.

Para manter um crescimento exuberante, a China se utilizou de algumas ferramentas para impulsionar diferentes setores da economia.

Desse modo, companhias privadas conseguiram gerar forte expansão. Mas, agora, a Evergrande, uma das maiores empresas da China, vem enfrentando uma crise de liquidez e pode ficar sem pagar os seus fornecedores no curto prazo.

Porque da crise da Evergrande?

Uma das causas está na alavancagem que a economia chinesa possui. O governo liberava financiamento barato às empresas e isso gerava recursos abundantes para as companhias.

O problema é que o crescimento não está se sustentando e isso influencia nos recebimentos das companhias.

Se a empresa já possui um custo alto, é preciso um faturamento alto. Se as receitas vêm abaixo do esperado, o fluxo de caixa fica desequilibrado e a firma precisa repensar a sua estratégia de investimento e como proceder com os próximos projetos, por exemplo.

No meio disso, há reclamações por parte de consumidores que já fizeram o pagamento por empreendimentos da incorporadora, mas os mesmos ainda não foram entregues.

Ou seja, a firma já está passando por problemas inclusive em sua produção.  Como o governo chinês vem tentando tirar os estímulos e reduzir a alavancagem do sistema, Evergrande pode ser só uma das primeiras empresas chinesas a sofrer tamanha crise.

Quais são os possíveis impactos no mundo?

Por mais que seja somente uma empresa, Evergrande traz com sua crise, péssimas lembranças do Lehmann Brothers (pivô da crise do subprime, nos Estados Unidos).

Por se tratar de uma firma que possui dívida gigantesca, os primeiros prejudicados seriam todos os credores e os clientes.

Todos aqueles que compraram seus empreendimentos e não receberam, podem ficar sem o dinheiro e sem uma moradia.

A partir daí, uma crise de confiança vai assolar o mundo e posteriormente uma crise econômica e sistemática.

Todos aqueles prejudicados de forma indireta vão contaminar o sistema, reduzindo as compras e evitando gastar.

Isso vai gerar retração econômica em diversos segmentos, jogando o mundo em uma nova crise econômica.

A extensão não pode ser medida e nem imaginada, uma vez que há variáveis que podem amortizar os impactos ou ampliar ainda mais os danos.

Se a China não entrar para tentar reduzir os eventuais impactos, é possível que os danos sejam gigantescos e maiores do que o Lehman Brothers provocou. Uma entrada da China, evitando até a falência da incorporadora, pode simplesmente salvar a economia mundial.

De qualquer forma os principais índices chineses vêm registrando forte queda em 2021 e isso abre uma boa oportunidade de investimento. Uma forma de investir é através dos ETF ou fundos de investimento. Vale destacar que a relação USD/CNY tem ficando mais atraente para o Yuan.

This article was originally posted on FX Empire

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