Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,96 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,60 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    -0,56 (-0,52%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    21.259,84
    +91,48 (+0,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,28 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,16 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,77 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    -7,75 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Europa recebe o verão de olho no retorno da covid-19

O verão chega à Europa coincidindo com um aumento de casos de coronavírus, causado por novas subvariantes da ômicron, o que obriga as autoridades a aumentar as precauções.

- Casos em ascensão na Europa -

Muitos países europeus enfrentam há algumas semanas uma nova aceleração das contaminações.

O primeiro país afetado é Portugal, que viu em maio um aumento de novos casos, chegando a quase 30 mil diariamente no início de junho.  A onda então começou a diminuir.

No Reino Unido, as infecções diárias estão novamente no nível mais alto desde o início da pandemia.

Também afetada, a Itália registrou 30.526 novos casos em 24 horas (de sábado a domingo), com aumento de 63,4% em 7 dias, segundo o último relatório do Ministério da Saúde.

A Alemanha experimenta o mesmo e a França também não é poupada, com uma circulação acelerada do SARS-CoV-2 há cerca de dez dias e uma taxa de contaminação de mais de 44.000 casos (em média ao longo de sete dias).

- Novas subvariantes -

O aumento de casos é explicado pela conjunção de dois efeitos, disse à AFP Mircea Sofonea, professor de epidemiologia da Universidade de Montpellier.

Por um lado, uma "baixa imunitária", ou seja, "a proteção conferida pela infecção ou as doses da vacina diminuem com o tempo".

Por outro lado, a chegada de novas linhagens da ômicron, BA.4 e principalmente BA.5.

"BA.5 e, em menor grau, BA.4, estão se espalhando na Europa", acrescenta. "Dados epidemiológicos mostram que seria 10% mais contagiosa que BA.2, e por isso se torna predominante".

- Alta das internações? -

Sobre a gravidade de BA.5, "é prematuro se pronunciar na ausência de dados clínicos claramente estabelecidos", diz Schwartz.

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) julgou que, com base em dados ainda limitados, "não há evidências de que BA.4 e BA.5 estejam associadas a um aumento da gravidade da infecção em relação à as variantes circulantes BA.1 e BA.2".

No entanto, como nas ondas anteriores, um aumento global nos casos de covid-19 pode levar a uma alta de hospitalizações e internações em terapia intensiva, alertou.

A população europeia está fortemente imunizada graças às vacinas e infecções passadas.

Isso confere uma proteção a priori mais forte contra o risco de uma forma grave da doença do que contra a possibilidade de uma nova infecção, o que deve limitar a magnitude do novo aumento de internações.

Na França, a "moderada recuperação econômica" nas últimas semanas "é acompanhada por um pequeno aumento nas internações" e pode conduzir a "uma alta" nas internações em terapia intensiva e óbitos, disse o professor Alain Fischer, presidente do Conselho de Orientação Estratégica em Vacinas.

Mas "nada de dramático acontecerá nos serviços de terapia intensiva", garante o virologista alemão Klaus Stöhr.

- Novas restrições?

O ECDC exortou os países europeus a "permanecer vigilantes", mantendo sistemas de teste e vigilância.

A Itália decidiu recentemente estender a obrigação de usar máscaras PFF2 nos transportes públicos (exceto em aviões) até 30 de setembro.

O presidente alemão da Associação Médica Mundial, Frank Ulrich Montgomery, defende a rápida adoção de um pacote que inclui o uso de máscaras, vacinação e limitação de contatos.

Na França, o governo pediu esta semana aos idosos que apliquem uma nova dose da vacina "o mais rápido possível".

bur-ito-ic/fmp/ybl/eg/mb/mr

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos