Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    59.667,50
    +1.178,99 (+2,02%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Europa enfrenta trimestre difícil, mas BCE fará sua parte, diz economista-chefe

·1 minuto de leitura
Economista-chefe do BCE, Philip Lane

FRANKFURT (Reuters) - A Europa enfrenta um segundo trimestre difícil com o aumento das infecções por coronavírus e os governos readotando medidas de lockdown, mas o Banco Central Europeu fará sua parte para manter os custos dos empréstimos extremamente baixos, disse o economista-chefe do BCE, Philip Lane, nesta terça-feira.

Temendo que o aumento nos custos dos empréstimos prejudique a recuperação, o BCE se comprometeu neste mês a aumentar as compras de títulos para manter os rendimentos baixos. De acordo com números publicados na segunda-feira, as compras na semana, principalmente de títulos do governo, já subiram pela metade desde a decisão.

"Vai ser um longo trimestre", disse Lane à CNBC em uma entrevista, apontando para os números altos e crescentes de infecções por Covid-19. "É uma competição entre o progresso, a vacinação e outros avanços médicos contra o desafio de curto prazo de tentar manter o vírus sob controle."

As campanhas de vacinação têm sido dolorosamente lentas em todos os 19 países da zona do euro e os governos agora estão prorrogando, e em alguns casos apertando, as medidas de lockdown até abril, apontando para um novo atraso na recuperação econômica.

(Reportagem de Balazs Koranyi)