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Eurodeputados evitam definir data para ratificar acordo pós-Brexit

·2 minuto de leitura
A aplicação provisória do acordo comercial pós-Brexit, firmado no final de 2020 após duras negociações entre Reino Unido e União Europeia, começou em 1º de janeiro e terminaria no final de fevereiro

O Parlamento Europeu adiou nesta quinta-feira (11) a definição de uma data para ratificar o acordo comercial pós-Brexit entre a União Europeia e o Reino Unido, em meio a novas tensões sobre detalhes do tratado e entregas de vacinas anti-covid.

Os líderes dos grupos políticos reunidos em Bruxelas se recusaram a fixar a data da votação, que deveria ter acontecido antes do final de abril, sob risco de o acordo ser anulado.

“É óbvio que, se o Reino Unido não respeita o acordo anterior [o Acordo de Retirada], de que adianta ratificar o que está em cima da mesa?”, disse o eurodeputado belga Philippe Lamberts, vice-líder do Partido Verde Europeu no Parlamento.

"Se não houver ratificação até o final de abril, estaremos em uma situação sem acordo. Espero que até lá o Reino Unido tenha recuperado sua lucidez", afirmou ele à AFP.

É a segunda vez que o Parlamento posterga a votação, que há muito tempo era esperada para o final de março ou abril.

O acordo sobre as relações comerciais pós-Brexit, fervorosamente negociado durante quase um ano e adotado horas antes do Natal de 2020, foi aplicado de forma provisória em 1º de janeiro até ser ratificado pelo Parlamento.

No entanto, eurodeputados influentes ameaçam vetar o tratado se o Reino Unido aprovar um plano para estender o uso de controles a alimentos e produtos agrícolas que chegam à Irlanda do Norte, um gesto que Bruxelas vê como uma mudança unilateral no pacto de divórcio.

Mas, além disso, Bruxelas e Londres estão agora em rota de colisão por causa das vacinas contra a covid-19.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, rejeitou enfaticamente as alegações do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, na quarta-feira, sobre a proibição das exportações dos imunizantes.

A UE afirma que 30% das vacinas produzidas no bloco foram exportadas, enquanto o Reino Unido não publicou nenhum dado sobre quantas doses produzidas em seu território foram enviadas para o exterior.

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