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EUA revelará seus compromissos para o Acordo Climático de Paris em abril

·2 minuto de leitura
O enviado dos Estados Unidos para o clima, John Kerry (E), e o ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, afirmaram que vão estudar em conjunto esforços para obter financiamento privado no combate ao aquecimento global

O enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, confirmou nesta quarta-feira (10) que Washington apresentará seus novos compromissos de financiamento para o Acordo de Paris sobre a redução de emissões de gases estufa antes da cúpula de 22 de abril, que marca o quinto aniversário do pacto.

Kerry fez este anúncio após conversar com o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, durante uma viagem pela Europa para marcar um novo compromisso na luta contra o aquecimento global da administração de Joe Biden, depois que seu antecessor, Donald Trump, retirou os Estados Unidos do acordo.

"Anunciaremos nossa NDC na cúpula de 22 de abril ou em algum momento dos dias anteriores", disse Kerry, em alusão às contribuições nacionalmente determinadas, exigidas aos signatários.

Kerry e Le Maire também disseram que vão estudar de forma conjunta os esforços para obter financiamento privado para o combate ao aquecimento global, enquanto os governos se esforçam para conseguir os fundos para cumprir o objetivo do Acordo de Paris de manter a elevação da temperatura do planeta abaixo dos 2 graus centígrados, e idealmente mais perto do 1,5º C, até 2050.

"Temos que unir crescimento e meio ambiente, e os Estados Unidos compartilham mais uma vez deste objetivo", disse Le Maire. "As finanças são o nervo desta guerra pelo clima", acrescentou.

"O setor privado pode desempenhar o maior papel de todos e avançar mais rápido do que qualquer outra entidade para nos ajudar a alcançar nosso objetivo", acrescentou Kerry.

No entanto, ele recebeu com cautela o impulso da França à chamada taxa fronteiriça ao carbono na União Europeia, que permitiria aos governos estabelecer tarifas às importações de países que não imporem limites estritos às emissões de gases de efeito estufa para fabricar determinados produtos.

"Não pudemos nos sentar para avaliar" se é ou não uma ferramenta adequada, disse Kerry.

"Nossos amigos da França estão planejando aprofundar-se nisto (...) e estamos desejando que nos digam como poderiam aplicá-la e como poderia funcionar", disse.

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