Mercado fechará em 3 h 53 min
  • BOVESPA

    110.551,72
    +1.150,31 (+1,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.560,10
    -239,36 (-0,47%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,68
    -0,25 (-0,32%)
     
  • OURO

    1.788,30
    +7,00 (+0,39%)
     
  • BTC-USD

    16.972,28
    -184,89 (-1,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    400,06
    -1,74 (-0,43%)
     
  • S&P500

    3.964,37
    -34,47 (-0,86%)
     
  • DOW JONES

    33.803,59
    -143,51 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.554,08
    -13,46 (-0,18%)
     
  • HANG SENG

    19.441,18
    -77,11 (-0,40%)
     
  • NIKKEI

    27.885,87
    +65,47 (+0,24%)
     
  • NASDAQ

    11.682,25
    -123,50 (-1,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4916
    -0,0418 (-0,76%)
     

EUA podem contornar recessão em 2023, mas Europa não terá tanta sorte, diz Morgan Stanley

Por Kevin Buckland

TÓQUIO (Reuters) - As economias do Reino Unido e da zona do euro devem entrar em recessão no ano que vem, disse o Morgan Stanley, mas os Estados Unidos podem escapar por pouco graças a um mercado de trabalho resiliente.

Ao mesmo tempo, a reabertura esperada da China após quase três anos de restrições de combate à Covid-19 deve determinar uma recuperação em sua própria economia e em outros mercados asiáticos emergentes, disseram analistas do banco de investimento em uma série de relatórios publicados no domingo.

"Os riscos estão no lado negativo", disseram os relatórios, projetando que a economia global crescerá 2,2% no próximo ano, abaixo da última estimativa de crescimento de 2,7% do Fundo Monetário Internacional.

No ano que vem, o Morgan Stanley prevê uma forte divisão entre as economias desenvolvidas "em recessão ou próximas à recessão", enquanto as economias emergentes "se recuperam modestamente", mas disse que uma recuperação global geral deve permanecer difícil.

A economia da China deve crescer 5% em 2023, superando o crescimento médio de 3,7% esperado para os mercados emergentes, enquanto o crescimento médio no G10 é projetado em apenas 0,3%.

Os bancos centrais de todo o mundo elevaram as taxas de juros este ano para conter a inflação alta e, nos Estados Unidos, o Morgan Stanley previu que o Federal Reserve manterá os custos dos empréstimos altos em 2023, já que a inflação continua forte após pico no quarto trimestre deste ano.

“A economia dos EUA apenas contorna a recessão em 2023, mas o pouso não parece tão suave conforme o crescimento do emprego diminui significativamente e a taxa de desemprego continua a aumentar”, disse o relatório, prevendo uma expansão de 0,5% no próximo ano.

“O efeito cumulativo de uma política monetária rígida em 2023 se estende até 2024, resultando em dois anos muito fracos”, acrescentou o relatório.

Também globalmente, o pico da inflação deve ocorrer no trimestre atual, disseram os analistas, "com a desinflação impulsionando a narrativa no próximo ano".

(Reportagem de Kevin Buckland)