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EUA planejam 4 milhões de doses de tratamento para Covid-19

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Em meio ao avanço da variante ômicron, o governo Biden espera receber 4 milhões de doses de tratamentos para a Covid-19 até o fim de janeiro, segundo autoridades com conhecimento do assunto.

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Os tratamentos incluem uma terapia de anticorpos monoclonais, medicamentos preventivos de pré-exposição para pessoas imunocomprometidas e novas pílulas antivirais que aguardam autorização da FDA, disseram as autoridades. A agência pode dar sinal verde nesta quarta-feira.

Com as terapias, médicos teriam maior arsenal para combater casos graves de Covid-19, enquanto os Estados Unidos enfrentam aumento das infecções devido à propagação da ômicron. Os casos de Covid aumentam em todo o país, e o presidente dos EUA, Joe Biden, alertou na terça-feira que, embora americanos vacinados possam ser infectados em “grandes números”, provavelmente terão apenas casos leves, enquanto entre não vacinados as consequências podem ser piores.

No entanto, Biden deu poucas dicas sobre o estoque de terapias a caminho, mas pediu que os americanos se vacinem a fim de praticamente eliminar o risco de Covid grave.

“Aqueles que não estão vacinados estão sobrecarregando os hospitais novamente”, disse ao alertar sobre os perigos da ômicron em discurso. “Este é um momento crítico. Também temos mais ferramentas do que antes. Estamos prontos. Vamos superar isso.”

A ômicron se tornou rapidamente a cepa dominante nos EUA, respondendo por 73% dos novos casos na semana encerrada em 18 de dezembro, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

A média móvel de sete dias nos EUA é de 149 mil casos, mais do que o dobro de duas semanas antes, segundo dados do CDC. As novas internações se estabilizaram, mas têm aumentado em Nova York, que foi a mais atingida no início pela ômicron. Na terça-feira, Biden conversou com o governador do estado.

A FDA poderia autorizar duas pílulas antivirais esta semana, talvez já na quarta-feira: o tratamento paxlovid, da Pfizer, e o molnupiravir, da Merck & Co. As autorizações podem ser acompanhadas de recomendações sobre quais pílulas são mais adequadas para diferentes grupos.

Ao todo, isso daria aos EUA duas pílulas antivirais, um tratamento preventivo e uma terapia com anticorpos monoclonais que o governo acredita serem eficazes contra a ômicron.

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