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EUA pede que Tunísia retome "caminho democrático"

·1 minuto de leitura
A decisão do presidente tunisiano de destituir o primeiro-ministro e suspender o parlamento causou polêmica no país africano

A Tunísia deve retomar rapidamente seu "caminho democrático", pediu neste sábado (31) um alto funcionário da Casa Branca ao presidente Kais Saied, dias depois de uma tomada do poder pelo mandatário tunisiano que incluiu a suspensão do Parlamento.

Em uma ligação de uma hora com Saied, o conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jake Sullivan, declarou seu apoio à "democracia tunisiana baseada nos direitos fundamentais, instituições fortes e um compromisso com o Estado de Direito", de acordo com um comunicado da Casa Branca.

Saied destituiu o primeiro-ministro Hichem Mechichi do cargo em 25 de julho e suspendeu o Parlamento por 30 dias. Ele ordenou uma ofensiva contra a corrupção visando 460 empresários e uma investigação sobre o suposto financiamento ilegal de partidos políticos.

A iniciativa surpresa do presidente mergulhou a Tunísia em turbulência política.

O comunicado americano disse que o apelo "enfoca a necessidade crítica dos líderes tunisianos de delinear um rápido retorno ao caminho democrático na Tunísia".

"Isso exigirá a rápida formação de um novo governo, liderado por um primeiro-ministro capaz de estabilizar a economia da Tunísia e lidar com a pandemia de covid-19", acrescentou.

Além da turbulência política, o país norte-africano é assolado por uma crise econômica marcada por uma inflação vertiginosa e alto desemprego, bem como pelo aumento das infecções por covid-19.

aue/jm/sw/dg/gm/am

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