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EUA não vão reter vacinas para administrar segunda dose

·2 minuto de leitura
Farmacêutico prepara dose de vacina contra a Covid-19 em asilo localizado no estado americano da Virgínia

O governo dos Estados Unidos vai liberar seu estoque de vacinas contra a covid-19 em vez de reservar metade para aplicar as segundas doses, informou nesta terça-feira (12) o secretário de Saúde, Alex Azar.

A produção das vacinas da Pfizer e da Moderna agora é "previsível o suficiente para que as segundas doses estejam disponíveis para todas as pessoas", disse Azar à rede ABC News.

Essa decisão muda o plano inicial, segundo o qual as segundas doses seriam reservadas para quem recebesse a primeira. Ambas as vacinas exigem uma segunda aplicação, após três a quatro semanas.

O presidente eleito, Joe Biden, já havia anunciado essa abordagem para a vacinação.

O processo de imunização dos Estados Unidos teve um início instável, mas atualmente mostra sinais de melhora. Das 25,4 milhões de doses distribuídas até o momento, 8,9 milhões (35%) já foram aplicadas.

"Não houve um enfoque na reta final" da campanha de vacinação, disse o pesquisador de políticas de saúde Thomas Tsai, de Harvard, à AFP.

"Houve um enfoque na vacina e fomos capazes de testá-la e produzi-la em um ano, mas não houve um enfoque geral na resposta federal", acrescentou.

Azar, por sua vez, afirmou aos jornalistas que poderia recomendar aos estados que ampliem os critérios de vacinação, começando pelos maiores de 65 anos e menores de 65 com problemas de saúde.

Ele disse ainda que a distribuição inicial foi "excessivamente" voltada a hospitais e agora precisa ser feita em farmácias, postos de saúde locais e postos de vacinação em massa.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela covid-19, com 370.000 mortes, e enfrentam um agravamento da situação com mais de 3.000 mortes por dia.

Além disso, epidemiologistas temem que a crise americana possa ser agravada pelas variantes mais contagiosas do coronavírus que estão surgindo.

ia/st/gm/lda/ic/mvv