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EUA não busca 'nova Guerra Fria', diz Biden em alusão à China

·2 minuto de leitura
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na sede da ONU (AFP/EDUARDO MUNOZ)

O presidente Joe Biden declarou ao mundo, nesta terça-feira (21), que os Estados Unidos não buscam uma nova Guerra Fria com a China, prometendo se distanciar dos conflitos pós-11 de Setembro e assumindo um papel de liderança global em crises climáticas e em pandemias.

Falando na Assembleia Geral das Nações Unidas pela primeira vez como presidente, Biden prometeu trabalhar para promover a democracia e alianças, apesar do atrito com a Europa pela perda sofrida pela França de um contrato bilionário de venda de submarinos convencionais para a Austrália.

O governo Biden vê uma China autoritária e em ascensão como o principal desafio do século XXI, mas, em sua estreia na ONU, o presidente deixou claro que não está tentando semear divisões.

"Não estamos procurando uma nova Guerra Fria, ou um mundo dividido em blocos rígidos", disse Biden na sede da ONU em Nova York.

"Os Estados Unidos estão dispostos a trabalhar com qualquer nação que se comprometa e busque uma solução pacífica para compartilhar os desafios, embora tenhamos intensas divergências em outras áreas", afirmou ele, sem mencionar diretamente a China.

Primeiro presidente americano em 20 anos a comparecer ao fórum anual da ONU sem estar em guerra, Biden disse que os Estados Unidos estão "iniciando uma nova era de diplomacia", após a polêmica retirada de suas tropas do Afeganistão.

Ele também disse que os Estados Unidos continuam dispostos a usar a força, "se necessário", mas que o poder militar deve ser uma "ferramenta de último recurso".

"A missão deve ser clara e alcançável, realizada com o consentimento informado do povo americano e, sempre que possível, em parceria com nossos aliados", disse Biden na tribuna da ONU.

O presidente reiterou o compromisso "inquestionável" dos Estados Unidos com a segurança de Israel, ao mesmo tempo em que advogou um Estado palestino soberano.

"Continuo a acreditar que uma solução de dois Estados é a melhor maneira de garantir o futuro de Israel como um Estado judeu democrático, vivendo em paz ao lado de um Estado palestino viável, soberano e democrático", declarou.

Biden disse, no entanto, que Washington está "trabalhando" com China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha para "envolver o Irã diplomaticamente e buscar um retorno" ao Plano de Ação Conjunto Integral (JCPOA, na sigla em inglês).

Os Estados Unidos abandonaram este acordo, unilateralmente, em 2018, durante o governo de Donald Trump.

"Estamos preparados a voltar a cumpri-lo totalmente, se o Irã fizer o mesmo", assegurou.

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