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EUA incluem dezenas de empresas chinesas em lista negra, incluindo SMIC e DJI

Alexandra Alper e David Shepardson e Humeyra Pamuk
·1 minuto de leitura

Por Alexandra Alper e David Shepardson e Humeyra Pamuk

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos confirmaram nesta sexta-feira que vão adicionar dezenas de empresas chinesas, incluindo a fabricante de chips SMIC e a fabricante de drones DJI Technolog, a sua lista de entidades.

A medida é vista como o mais recente esforço do presidente Donald Trump para cimentar seu legado de uma postura rígida contra a China.

O Departamento de Comércio dos EUA confirmou a decisão nesta sexta-feira, dizendo que a ação contra a SMIC "decorre da doutrina de fusão civil-militar da China (MCF) e evidências de atividades entre a SMIC e entidades preocupantes no complexo industrial militar chinês".

Um funcionário do Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse a repórteres em teleconferência que a maior empresa de drones do mundo, DJI, também estava sendo adicionada à lista. A DJI não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O secretário de Comércio, Wilbur Ross, disse que o departamento "não permitiria que a tecnologia avançada dos EUA ajudasse a desenvolver as forças armadas de um adversário cada vez mais beligerante".

Ross disse que o governo presumivelmente impediria a SMIC de acessar a tecnologia para produzir semicondutores em níveis avançados - de 10 nanômetros ou menos.

O Ministério das Relações Exteriores da China disse que, se for verdade, a lista seria uma evidência da opressão dos EUA sobre empresas chinesas e que Pequim continuaria a tomar as "medidas necessárias" para proteger seus direitos.

A SMIC não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.