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EUA fazem apelo para que México e Canadá 'cumpram os termos' do T-MEC

·2 minuto de leitura
A representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, no Senado, em Washington, DC, em 12 de maio de 2021

Os Estados Unidos pediram nesta terça-feira (18) que o México e o Canadá "cumpram os termos" do T-MEC, acordo de livre-comércio em vigor desde o ano passado, destacando a necessidade de priorizar os trabalhadores e o meio ambiente.

"É essencial que colaboremos para implementar, fazer respeitar e cumprir os termos do T-MEC", disse a representante de Comércio dos EUA Katherine Tai, ao abrir a primeira reunião da Comissão de Livre-Comércio do Acordo México-EUA-Canadá. "Para que esse acordo seja duradouro, ele deve atender às necessidades do cidadão comum, não só dos Estados Unidos, mas também do México e do Canadá. Isso só acontecerá se cumprirmos nossas promessas", frisou.

O T-MEC substituiu em julho de 2020 o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta), que estava em vigor havia quase 25 anos. A modernização do pacto, realizada por iniciativa dos Estados Unidos, que ameaçava abandonar o tratado por considerá-lo prejudicial aos trabalhadores americanos, incluiu novas disposições trabalhistas, ambientais e de comércio eletrônico, assim como regras de origem modificadas para aumentar o conteúdo regional.

No encontro virtual desta terça com suas contrapartes Tatiana Clouthier, secretária de Economia do México, e Mary Ng, ministra de Comércio Internacional do Canadá, Katherine se mostrou a favor de concentrar a política comercial nos trabalhadores. "Por muito tempo, o foco tem sido nas 'cadeias de valor globais' como um indicador para maximizar a eficiência. Essa eficiência tem se mostrado prejudicialmente cara", disse.

Katherine Tai lembrou que os três países signatários do T-MEC concordaram em proibir a importação de bens manufaturados de alguma forma com trabalho forçado e instaram a honrar esse compromisso. Além disso, defendeu a sustentabilidade ambiental, pedindo respeito às promessas de redução das emissões de carbono e investimentos em tecnologias limpas.

A representante também pediu uma "abordagem coletiva" do tráfico de vida silvestre, a extração de madeira e a pesca ilegal e o lixo marinho. "Sob uma política comercial centrada no trabalhador, comprometo-me a garantir que os trabalhadores e ambientalistas tenham seu próprio lugar de honra, para que possamos continuar a enfrentar a corrida ao fundo do poço que tem caracterizado o sistema comercial nas últimas décadas", afirmou .

O T-MEC, que reúne quase 500 milhões de consumidores, registrou um fluxo comercial de 1,2 trilhão de dólares em 2019.

ad/mps/ic/lb