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EUA estudam aplicação de terceira dose de vacinas contra a Covid-19

Extra e agências internacionais
·2 minuto de leitura

O governo americano já estuda a aplicação de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19, em meio a estudos sobre o tempo de proteção que as doses fornecem a que as recebe. Segundo David Kessler, chefe do comitê científico do grupo de trabalho da Casa Branca para a pandemia, reforços poderiam ser necessários entre nove e 12 meses depois do recebimento da segunda dose, hoje considerada a última do processo.

— Neste momento, não sabemos tudo — reconheceu Kessler em audiência na Câmara dos Deputados. — Estamos estudando a duração da resposta dos anticorpos.

Essa posição veio depois da divulgação de dados das farmacêuticas Moderna e Pfizer/BioNTech, responsáveis pela maior parte das doses aplicadas nos EUA, sinalizando que a eficácia plena das duas vacinas permanece por até seis meses, o que sugere que uma ou mais doses de reforço seriam necessárias. A vacina da Pfizer/BioNTech tem 95% de eficácia contra a Covid-19, enquanto a da Moderna tem 94,1%, de acordo com estudos clínicos.

— Uma hipótese provável é que seja necessária uma terceira dose, entre seis e 12 meses, e, a partir daí, será necessário se vacinar todos os anos, mas tudo isso tem que ser confirmado — destacou o presidente da Pfizer, Albert Bourla, à CNBC.

Para especialistas, mesmo que dados posteriores mostrem uma proteção mais prolongada, as variantes do novo coronavírus precisam ser levadas em consideração, uma vez que demandam alterações nas vacinas e novas aplicações.

Sem novos imunizantes:EUA podem não precisar de doses da vacina da AstraZeneca, diz Fauci

Segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC), 125,8 milhões de pessoas receberam ao menos uma dose das vacinas no país, sendo que 78,5 milhões receberam a segunda dose ou foram imunizadas com a vacina da Janssen, que requer apenas uma aplicação — na terça-feira, as autoridades sanitárias recomendaram a suspensão das aplicações desta vacina, diante de uma suspeita de ligação entre as doses e a formação de um tipo raro de coágulo.

Na mesma sessão da Câmara, a diretora do CDC, Rochelle Walensky, afirmou que está monitorando casos de pessoas que foram completamente imunizadas contra a Covid-19, mas mesmo assim foram infectadas. Segundo ela, das 78 milhões de pessoas nessa situação, 5,8 mil se infectaram, sendo que 396 foram hospitalizadas e 74 morreram.

Para ela, isso ocorre porque a resposta imunológica de alguns dos imunizados não se deu de forma adequada, mas alertou para o impacto de variantes mais agressivas do vírus, que já circulam nos Estados Unidos.