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Emprego nos EUA acelera em maio, taxa de desocupação cai para 5,8%

·2 minuto de leitura
Fila de pessoas em busca de assistência para o pedido de seguro-desemprego em Frankfort, Kentucky, EUA

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - Os empregadores dos Estados Unidos aumentaram as contratações em maio, à medida que o arrefecimento da pandemia, amparado pelas vacinações, trouxe mais pessoas de volta à força de trabalho, garantindo que a recuperação econômica da recessão causada pela Covid-19 continuasse nos trilhos.

Os postos de trabalho fora do setor agrícola aumentaram em 559 mil no mês passado, disse o Departamento do Trabalho em seu relatório de empregos nesta sexta-feira. Os dados de abril foram revisados ligeiramente para cima para mostrarem aumento de 278 mil novos postos de trabalho, em vez dos 266 mil divulgados anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam abertura líquida de 650 mil vagas de emprego em maio. A taxa de desemprego caiu para 5,8%, de 6,1% em abril. A taxa de desocupação tem estado subestimada devido a pessoas que se classificam erroneamente como "empregadas, mas ausentes do trabalho".

A contagem inicial de novos postos criados em abril, cerca de um quarto da prevista, levou alguns economistas e investidores a argumentar que o crescimento estava estagnado em um momento em que a inflação subia.

A melhoria da situação de saúde pública e o forte estímulo fiscal estão apoiando a economia. Pelo menos metade da população norte-americana foi totalmente vacinada contra a Covid-19, de acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) dos EUA.

Isso permitiu que as autoridades de todo o país suspendessem restrições às empresas relacionadas ao vírus, as quais quase paralisaram a economia no início da pandemia.

Mas a reabertura econômica está sobrecarregando a cadeia produtiva.

Uma escassez de trabalhadores é atribuída a problemas no atendimento infantil (incapacidade de creches receberem crianças), a cheques generosos a desempregados e a temores persistentes sobre restrições severas na contratação durante a pandemia.

O número de vagas de trabalho em aberto nos EUA está em um recorde de 8,1 milhões.

Milhões de trabalhadores, principalmente mulheres, permanecem em casa, já que a maioria dos distritos escolares não migrou para o ensino presencial em tempo integral.

Apesar de as vacinas serem amplamente acessíveis, alguns segmentos da população relutam em ser vacinados, o que os especialistas do mercado de trabalho dizem que está desencorajando algumas pessoas a retornar ao trabalho.

Benefícios financiados pelo governo, incluindo subsídio de desemprego de 300 dólares por semana, também estão restringindo as contratações. Governadores republicanos em 25 Estados estão encerrando esse benefício e outros programas de desemprego financiados pelo governo federal para residentes a partir do próximo sábado.

Esses Estados respondem por mais de 40% da força de trabalho. Os benefícios expandidos terminarão no início de setembro em todo o país. Isso, junto a mais pessoas vacinadas e escolas reabrindo totalmente no outono, deve diminuir a escassez de trabalhadores até setembro.

(Reportagem de Lucia Mutikani)