Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.794,28
    -1.268,26 (-1,10%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.192,33
    +377,16 (+0,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,56
    -0,05 (-0,07%)
     
  • OURO

    1.752,90
    -41,90 (-2,33%)
     
  • BTC-USD

    47.243,41
    -710,01 (-1,48%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.209,85
    -23,43 (-1,90%)
     
  • S&P500

    4.473,75
    -6,95 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    34.751,32
    -63,07 (-0,18%)
     
  • FTSE

    7.027,48
    +10,99 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    24.667,85
    -365,36 (-1,46%)
     
  • NIKKEI

    30.323,34
    -188,37 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    15.505,50
    +1,50 (+0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1850
    -0,0110 (-0,18%)
     

EUA condena lançamento de mísseis da Coreia do Norte, mas pede novamente o diálogo

·1 minuto de leitura
Série de fotos divulgadas pela agência oficial KCNA mostram o lançamento de um novo tipo de míssil norte-coreano em 11 e 12 de setembro (AFP/STR)

Os Estados Unidos disseram, nesta quarta-feira (15), que a Coreia do Norte violou as resoluções do Conselho de Segurança da ONU ao lançar no mar dois mísseis balísticos, mas reiterou sua vontade de dialogar com Pyongyang.

"Os Estados Unidos condenam o lançamento de mísseis da RPDC. O lançamento viola múltiplas resoluções do Conselho de Segurança da ONU e representa uma ameaça aos seus vizinhos e a outros membros da comunidade internacional", disse um porta-voz do Departamento de Estado, referindo-se à Coreia do Norte, cujo nome oficial é República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

Mas acrescentou: "Seguimos comprometidos a ter uma abordagem diplomática com a RPDC e os convidamos a se envolverem em um diálogo"

O governo do presidente Joe Biden disse em abril em uma revisão de sua política com a Coreia do Norte que desejava manter relações com Pyongyang.

Mas também indicou que buscava uma nova abordagem política após a diplomacia incomum do ex-presidente Donald Trump, que se reuniu três vezes com o autoritário líder norte-coreano Kim Jong Un.

Trump dizia que deveria ter recebido o Nobel da Paz por evitar uma guerra, mas a Coreia do Norte nunca assinou nenhum compromisso para encerrar seu programa nuclear.

Pyongyang está sob sanções internacionais após uma série de testes de mísseis nucleares e balísticos de longo alcance.

O porta-voz do Departamento de Estado afirmou que os compromissos de Washington em relação à defesa da Coreia do Sul - que nesta quarta-feira realizou seus próprios lançamentos de mísseis balísticos - e com o Japão "permanecem blindados".

sct/to/gm/rsr/aa

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos