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EUA condena ex-executivo da VW a 7 anos de prisão por veículos adulterados

(Arquivo) Foto tirada em 15 de setembro de 2017 mostra logo da Volkswagen, em Pequim

Uma corte dos Estados Unidos condenou a 7 anos de prisão o ex-executivo da empresa alemã Volkswagen (VW), Oliver Schmidt, pelo escândalo dos motores adulterados para que parecessem menos poluentes do que realmente eram.

Schmidt, que de 2012 até março de 2015 esteve à frente de uma divisão da VW dedicada a atender regulamentações, também foi multado em 400.000 dólares (cerca de 1,25 milhão de reais) por um juiz federal de Detroit.

Alemão, atualmente com 48 anos, Schmidt se declarou culpado por ter conspirado para cometer fraude e transgredir normas ambientais dos Estados Unidos.

Schmidt foi informado, no primeiro semestre de 2014, sobre a existência de um dispositivo colocado em motores a diesel com capacidade de burlar os testes de controle de emissões de poluentes, aos quais os veículos são submetidos.

"No verão de 2015, Schmidt participou de reuniões com outros funcionários da VW para combinar como responder às perguntas feitas por autoridades americanas (...) sem revelar a existência desse dispositivo fraudulento", informam os documentos da justiça.

O ex-executivo foi preso em Miami no começo do ano, prestes a terminar o seu período de férias.