Mercado abrirá em 1 h 12 min
  • BOVESPA

    116.464,06
    -916,43 (-0,78%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.053,56
    -72,95 (-0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,98
    +0,37 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.844,70
    -6,20 (-0,33%)
     
  • BTC-USD

    31.355,31
    -391,80 (-1,23%)
     
  • CMC Crypto 200

    629,41
    -10,51 (-1,64%)
     
  • S&P500

    3.849,62
    -5,74 (-0,15%)
     
  • DOW JONES

    30.937,04
    -22,96 (-0,07%)
     
  • FTSE

    6.638,85
    -15,16 (-0,23%)
     
  • HANG SENG

    29.297,53
    -93,73 (-0,32%)
     
  • NIKKEI

    28.635,21
    +89,03 (+0,31%)
     
  • NASDAQ

    13.540,25
    +54,75 (+0,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5096
    -0,0012 (-0,02%)
     

EUA comemoram 'consenso internacional crescente' em torno da Huawei

·2 minuto de leitura
Em um clima de tensão crescente com a China, Trump pressionou os aliados a proibirem o uso de tecnologia da Huawei em suas redes de telecomunicações

A Casa Branca comemorou nesta terça-feira o que chamou de "consenso internacional crescente" em torno da gigante chinesa das telecomunicações Huawei, após a decisão do Reino Unido de eliminar por etapas todos os equipamentos da fabricante de sua rede 5G.

"A decisão do Reino Unido reflete o consenso internacional crescente em relação ao fato de que a Huawei e outros representam uma ameaça à segurança nacional, porque permanecem em dívida com o Partido Comunista Chinês", tuitou o assessor de Segurança Nacional do presidente Donald Trump, Robert O'Brien.

A decisão britânica, uma vitória para o presidente Trump, foi tomada após meses de pressão exercida por Washington, e apesar das advertências de Pequim sobre possíveis represálias.

"Esperamos com interesse trabalhar com o Reino Unido, bem como muitos outros parceiros e aliados, para estimular a inovação, promover a diversidade de provedores na rede de abastecimento das tecnologias 5G e garantir a segurança do 5G livre de manipulações perigosas", assinalou O'Brien.

Em um clima de tensão crescente com a China, Trump pressionou os aliados a proibirem o uso de tecnologia da Huawei em suas redes de telecomunicações, alegando que o mesmo representa uma ameaça à segurança nacional. O premier britânico, Boris Johnson, ignorou inicialmente o pedido da Casa Branca e permitiu que a empresa chinesa instalasse uma nova rede de alta velocidade no Reino Unido em janeiro.

O governo britânico justificou a mudança de postura citando a "incerteza" causada por sanções à Huawei anunciadas em maio por Washington. O presidente Donald Trump acusa o grupo tecnológico chinês de ser um espião de Pequim, o que a empresa nega, e está determinado a impedir o seu acesso aos semicondutores fabricados com componentes americanos.

Para o governo britânico, o uso de materiais de substituição pela Huawei pode representar riscos de segurança que não haviam sido considerados até então.