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EUA apresenta um mini boom econômico

Julie CHABANAS
·2 minuto de leitura
Pessoas vão às compras em um shopping de Charleston, Carolina do Sul, em 4 de abril

O esperado mini boom econômico nos Estados Unidos começa a se desenvolver depois de um ano marcado pela pandemia de coronavírus, quando quase um quarto da população já está vacinada e os preços aumentam.

Os americanos consumiram muito em março: roupas, artigos esportivos, música, livros, veículos, alimentos e bebidas estiveram presentes nas listas de compras.

As vendas de varejo tiveram um forte aumento em março - de 9,8% - em relação à fevereiro.

"O boom do consumo só começou", comentaram Gregory Daco e Lydia Boussour, analistas da Oxford Economics.

Os americanos estão menos relutantes agora para irem às compras e saírem para jantar, enquanto vários estados do país flexibilizaram suas restrições.

Depois de um ano sem férias ou bares, as economias realizadas pelas famílias estavam em níveis elevados e os cheques enviados pelo governo para muitas famílias encheram seus bolsos.

"Com os novos cheques em mãos, os consumidores aproveitam o clima mais quente e as vacinas para fazerem 'loucuras' nas concessionárias de automóveis, nos shopping centers, nos restaurantes e nas lojas de móveis e decoração", detalharam Daco e Lydia.

- Contratações -

Os pedidos de seguro-desemprego caíram no início de abril para seu nível mais baixo desde o início da crise.

O Departamento do Trabalho informou nesta quinta-feira que houve 576.000 pedidos de seguro-desemprego na semana passada, o que marca o nível mais baixo desde 14 de março de 2020, pouco antes da pandemia atingir a atividade comercial e provocar milhões de demissões.

Este nível representa uma queda de 193.000 em relação ao número da semana passada, que foi revisado em alta. Com esses dados, a média das últimas quatro semanas ficou em 683.000 pedidos.

No entanto, ainda é mais que o dobro do habitual antes da pandemia.

A consultora Oxford Economics afirmou que espera uma tendência de queda deste índice à medida que a economia ganha força.

"Estimamos que mais de seis milhões de empregos serão criados no que resta de 2021", afirmou.

O número total de pessoas que recebem seguro-desemprego ou pela redução de seus salários alcançou os 16,9 milhões no final de março, segundo os últimos dados disponíveis, também publicados nesta quinta. Isso representa 1,2 milhão a menos que na semana anterior.

Os fornecedores estão com dificuldades, a nível mundial, para responder a forte demanda, o que provoca engarrafamentos em fábricas e portos, gerando um aumento dos preços de peças soltas e matérias-primas que começa a ser notado nos produtos que chegam aos consumidores.

A inflação foi visível em março e acumula 2,6% em 12 meses, seu maior nível desde o outono boreal de 2018, segundo o IPC publicado na terça-feira.

Os economistas, em particular os do Fed, do FMI e da Casa Branca, estimam que o aumento dos preços será temporário.

jul/vmt/mr/yow/aa