Mercado fechado
  • BOVESPA

    100.552,44
    +12,61 (+0,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.669,25
    +467,44 (+1,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    39,88
    -0,15 (-0,37%)
     
  • OURO

    1.924,20
    -5,30 (-0,27%)
     
  • BTC-USD

    12.894,86
    +1.837,85 (+16,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    257,82
    +12,93 (+5,28%)
     
  • S&P500

    3.435,56
    -7,56 (-0,22%)
     
  • DOW JONES

    28.210,82
    -97,97 (-0,35%)
     
  • FTSE

    5.776,50
    -112,72 (-1,91%)
     
  • HANG SENG

    24.754,42
    +184,88 (+0,75%)
     
  • NIKKEI

    23.522,70
    -116,76 (-0,49%)
     
  • NASDAQ

    11.623,75
    -67,50 (-0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6510
    +0,0010 (+0,02%)
     

EUA anunciam novas restrições a vistos usados por empresas de tecnologia

·1 minuto de leitura
(Arquivo) O secretário Chad Wolf
(Arquivo) O secretário Chad Wolf

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira novas restrições aos vistos de trabalho usados pelo setor de alta tecnologia.

A medida mira nos vistos H-1B, concedidos anualmente a 85 mil funcionários "qualificados e especializados", entre eles engenheiros, especialistas em dados e desenvolvedores contratados por empresas do Vale do Silício.

O programa buscava compensar a escassez no mercado de trabalho doméstico, "mas foi mais longe e, com frequência, em detrimento dos trabalhadores americanos", aponta um comunicado do Departamento de Segurança Interior. Quase meio milhão de americanos foram penalizados por esse regime, que também provocou o congelamento dos salários em alguns setores, assinala o texto.

A menos de um mês das eleições presidenciais, o governo americano decidiu publicar uma definição mais restritiva do que considera vagas "especializadas". Também busca obrigar as empresas a fazer "ofertas reais" de emprego no país e reforçar o controle dos vistos H-1B.

As novas regras entrarão em vigor 60 dias após a sua publicação. O departamento atribuiu a urgência ao impacto da pandemia no emprego. "Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que a prioridade seja o trabalhador americano", declarou o secretário Chad Wolf, citado no texto.

O governo americano já havia decidido, em junho, congelar até o fim do ano os principais vistos de trabalho, o que irritou as gigantes da internet. Um juiz federal de San Francisco ordenou a suspensão de algumas restrições, por considerar que o governo agiu além das suas faculdades. A nova medida também poderá ser impugnada na Justiça.

chp/cjc/gm/yow/lb