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EUA alertam para aumento de casos de ransomware contra grandes negócios

·2 min de leitura

O FBI emitiu nesta semana mais um alerta às empresas do setor privado, desta vez afirmando que empresas do setor financeiro e aquelas envolvidas em grandes negociações estão sendo mais visadas por criminosos de ransomware. A ideia é que, às vésperas de movimentos como compras, aquisições ou investimentos, se amplia a pressão pela liberação dos sistemas, o que acaba resultando no recebimento de um resgate mais alto, rapidamente.

Não apenas o travamento das informações seria motivo, mas também a liberação de informações sigilosas que podem alterar o rumo do negócio. O FBI aponta casos em que os bandidos obtiveram dados confidenciais durante uma fase de reconhecimento, pré-lançamento do ransomware, e usaram isso como forma de extorquir as vítimas a pagarem resgates antes mesmo de detonarem o malware que impediria o uso da rede. Entre março e julho de 2020, três empresas foram atingidas às vésperas de uma transação importante, algo que não é nenhuma coincidência, claro.

A ideia dos criminosos seria não apenas melar os negócios, seja com o vazamento de informações previamente ou com a liberação de notícias que poderiam impedi-lo de acontecer, mas também manipular valores de ações ou de operações de compra e venda. A demonstração de segurança frágil, informações que os gestores não gostariam de ver publicadas ou o simples fim do sigilo das negociações estariam entre os caminhos usados pelos criminosos nessa forma de extorsão considerada relativamente nova.

O FBI cita diferentes casos, desde o início de 2020, no qual esse tipo de abordagem foi detectado. Entre registros de buscas por documentos financeiros e anúncios a serem feitos como parte da fase de preparação dos ataques de ransomware, as autoridades também citam uma publicação feita em abril de 2021 pelo bando Darkside, oferecendo acesso a grupos privados nos quais dados desse tipo, assim como alertas de quem será comprometido, são compartilhados, de forma que investidores possam vender ações antes da queda decorrente do golpe ou se preparem para a compra depois dela.

As recomendações dos oficiais têm, como principal ponto, o pedido para que as vítimas não realizem o pagamento, que acaba incentivando o crime. Em vez disso, a agência sugere o uso de medidas de defesa como o backup de arquivos importantes, em uma rede separada da principal, e o isolamento de sistemas comprometidos assim que uma intrusão for detectada. Usar plataformas de monitoramento e proteção, assim como manter sistemas operacionais e apps sempre atualizados, também ajuda a mitigar eventuais brechas conhecidas, junto com atitudes como o uso de autenticação em dois fatores e permissões corretas aos usuários.

Fonte: Canaltech

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