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EUA afirma que cabe a venezuelanos decidir sobre novo Conselho eleitoral

·2 minuto de leitura
Os novos membros do Conselho Nacional Eleitoral em Caracas, em 4 de maio de 2021

Os Estados Unidos apoiam uma solução negociada para a crise na Venezuela que atenda às condições necessárias para eleições livres, mas acredita que cabe ao povo decidir se o novo Conselho Nacional Eleitoral contribui para esse objetivo, disse um alto funcionário.

“Os Estados Unidos apoiam uma solução abrangente e negociada para a crise na Venezuela que aborde todos os aspectos das condições necessárias para eleições livres e justas”, disse Julie Chung, chefe interina do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado.

Na terça-feira, o Parlamento chavista da Venezuela nomeou uma nova mesa eleitoral composta por cinco membros, dois deles figuras ligadas à dissidência, mas atualmente distantes do líder da oposição, Juan Guaidó.

Chung disse que os Estados Unidos continuam pressionando por "mudanças fundamentais" para eleições livres e justas na Venezuela, incluindo o "levantamento das proibições aos partidos políticos, libertação incondicional de prisioneiros políticos, convite a observadores eleitorais internacionais confiáveis e um calendário eleitoral público".

Os Estados Unidos não reconhecem o segundo mandato de Nicolás Maduro, assim como grande parte da comunidade internacional, pelas irregularidades nas eleições de 2018.

A Assembleia Nacional da Venezuela nomeou Alexis Corredor Pérez, Tania D'Amelio, Enrique Márquez, Pedro Calzadilla e Roberto Picón para formar o novo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) para o período 2021-2028.

Destes cinco membros, três são vinculados ao chavismo e dois -Márquez e Picón- são adversários agora afastados do setor dirigido por Guaidó.

Henrique Capriles, duas vezes candidato à presidência quando enfrentou Chávez e Maduro, considerou a indicação como "um primeiro passo essencial para abrir caminhos na reconstrução constitucional e democrática" do país, mas Guaidó rejeitou a indicação.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, condenou a indicação, mas o governo da Espanha a considerou um "primeiro passo".

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