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EUA advertem contra 'manipulação' dos preços do gás na Europa

·2 minuto de leitura
Carro deixa prédio de escritórios da gigante russa do gás Gazprom em Moscou, 10 de setembro de 2021 (AFP/Alexander NEMENOV)

A secretária de Energia dos Estados Unidos, Jennifer Granholm, em visita a Varsóvia, alertou nesta quarta-feira (22) contra a "manipulação" dos preços do gás na Europa por meio do "entesouramento ou falha na garantia de um fornecimento adequado".

"Os Estados Unidos deixaram claro que nós e nossos parceiros devemos estar preparados para continuar a intervir quando houver atores que possam estar manipulando a oferta para se beneficiar dela", disse Granholm à imprensa durante uma reunião online, enquanto os ministros da Energia e dos Transportes da UE discutem o aumento dos preços da energia.

A cada semana são registrados recordes e com a chegada do inverno, as altas vão repercutir no bolso dos consumidores.

O aumento se deve a um conjunto de fatores: recuperação econômica global, tensão no mercado de gás natural liquefeito (GNL), baixos níveis de armazenamento na Europa, obras e um incêndio, em agosto, nas infraestruturas russas que diminuiu a oferta.

"Queremos que todos estejam alertas para a questão de qualquer manipulação dos preços do gás por meio de entesouramento ou falha no fornecimento de uma oferta adequada", ressaltou a secretária americana.

"Estamos levando isso muito a sério e estamos do lado de nossos aliados europeus para garantir que obtenham um fornecimento adequado e acessível de gás neste inverno", acrescentou ela.

A iminente crise energética na Europa domina a reunião informal de ministros europeus na Eslovênia.

"Precisamos de cooperação (...) em nível europeu para proteger as nossas populações, em casa", ressaltou o ministro da Energia da Lituânia, Dainius Kreivys, enquanto a sua colega austríaca, Leonore Gewessler, denunciou "uma dependência forte demais (da UE) do gás russo".

Um grupo de quase 40 eurodeputados pediu, em meados de setembro, que a Comissão Europeia investigasse a gigante energética russa Gazprom, acusando o grupo de reduzir o seu abastecimento de gás que passa pela Ucrânia para forçar a Alemanha a aprovar mais rapidamente o gasoduto Nord Stream 2 através do Mar Báltico - e alimentando o aumento dos preços europeus. A Gazprom negou qualquer manipulação do mercado.

Os preços da energia elétrica, já em alta acentuada há meses na esteira dos preços globais do gás, dispararam recentemente em vários países da UE, especialmente na Espanha.

No Reino Unido, os preços do gás atingiram um recorde histórico na semana passada. O diretor do regulador britânico de energia Ofgem enfatizou durante uma audiência parlamentar nesta quarta-feira que a situação no mercado de gás é "sem precedentes", com os preços aumentando seis vezes em um ano.

Os Estados Unidos também estão sofrendo com os preços mais elevados da energia, mas estão protegidos como produtor de gás de xisto.

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