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EUA acreditam que Ucrânia está por trás de assassinato de filha de Dugin, diz jornal

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As agências de inteligência dos EUA acreditam que o governo ucraniano autorizou o assassinato de Daria Dugina em agosto. Filha do filósofo ultranacionalista russo Aleksandr Dugin, ela morreu em Moscou após a explosão de uma bomba escondida em seu carro —na época, o Kremlin apontou laços de Kiev na operação. A informação foi publicada nesta quarta-feira (5) pelo The New York Times.

Segundo a reportagem, baseada em fontes anônimas, os EUA não estavam cientes do ataque, mas detectaram o envolvimento da Ucrânia no assassinato. Após a descoberta, autoridades americanas, aliás, teriam repreendido os ucranianos. A origem do plano e uma eventual autorização do presidente Volodimir Zelenski são incertas.

Em entrevista ao NYT na terça (4), Mikhailo Podoliak, conselheiro do presidente da Ucrânia, descartou as alegações de Washington e disse que assassinatos durante a guerra precisam ser pragmáticos. "[As mortes] Devem cumprir algum propósito específico, tático ou estratégico. Alguém como Dugina não é um alvo tático ou estratégico para a Ucrânia", afirmou.

À reportagem, um militar ucraniano disse que o país também estava envolvido no envenenamento do chefe da região de Kherson instalado pelo Kremlin. Ele precisou ser internado em uma clínica de Moscou.

O NYT aponta ainda uma piora nas relações entre Kiev e Washington. O jornal, vale ressaltar, é próximo do governo Joe Biden.