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"Eu sei que a minha mulher, Marisa, morreu por causa da pressão e o AVC se agravou", diz Lula

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
Brazil's former President Luiz Inacio Lula da Silva and his wife Marisa Leticia attend a meeting with people from pro-democracy movements in Santo Andre, Brazil August 15, 2016.  REUTERS/Paulo Whitaker/File Photo
Marisa Letícia e Lula em 2016 (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker/File Photo)

O ex-presidente Lula afirmou que a morte da esposa, Marisa Letícia, foi influenciada pelo que chamou de "injustiças" sofridas por ele. A ex-primeira-dama morreu em 2017, aos 66 anos, após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico.

"Eu sei que fui vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos que história. Eu sei que a minha mulher, Marisa, morreu por causa da pressão e o AVC se agravou", disse o ex-presidente em pronunciamento nessa quarta-feira, 10.

O petista ainda lamentou ter sido impedido de ir ao enterro do irmão, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá, em janeiro de 2019. Lula estava preso na ocasião e foi impedido de ir ao enterro. Vavá tinha um câncer que atacava os vasos sanguíneos. Na ocasião, a defesa do ex-presidente pediu autorização para que Lula acompanhasse o velório, mas o direito foi negado.

Lula realiza nesta quarta-feira seu primeiro pronunciamento após decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todas as condenações envolvendo as investigações da Operação Lava-Jato.

A fala pública do ex-presidente acontece no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, seu berço político, mesmo local em que falou a apoiadores momentos antes de ir para a prisão em Curitiba, em abril de 2018.

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Na segunda-feira (8), o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anulou todas as condenações do petista pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato.

Ao decidir sobre pedido de habeas corpus da defesa de Lula impetrado em novembro do ano passado, Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e das doações ao Instituto Lula.

Aliados do presidente Jair Bolsonaro comemoraram, nos bastidores, a decisão que restabelece os direitos políticos do ex-presidente, por considerarem Lula o "opositor ideal" na eleição de 2022.