Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.794,28
    -1.268,26 (-1,10%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.192,33
    +377,16 (+0,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,61
    0,00 (0,00%)
     
  • OURO

    1.752,30
    -42,50 (-2,37%)
     
  • BTC-USD

    47.132,06
    -827,44 (-1,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.209,85
    -23,43 (-1,90%)
     
  • S&P500

    4.473,75
    -6,95 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    34.751,32
    -63,07 (-0,18%)
     
  • FTSE

    7.027,48
    +10,99 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    24.667,85
    -365,36 (-1,46%)
     
  • NIKKEI

    30.323,34
    -188,37 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    15.503,75
    -0,25 (-0,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1869
    -0,0091 (-0,15%)
     

Ethiopian Airlines quer retomar voos com 737 Max até janeiro

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Ethiopian Airlines planeja retomar voos com o 737 Max da Boeing até o início do próximo ano, depois de fechar um acordo extrajudicial com a fabricante de aviões dos EUA sobre o acidente ocorrido em março de 2019.

O diretor-presidente da Ethiopian Airlines, Tewolde GebreMariam, agora está convencido “além de qualquer dúvida” de que o modelo é seguro após várias modificações. O executivo havia dito anteriormente que a maior companhia aérea da África seria a última a retomar os voos com o Max depois da liberação por reguladores. Muitas outras companhias aéreas já voltaram a operar o modelo.

“Posso confirmar que estamos comprometidos com o Boeing 737 Max”, disse o CEO em entrevista na quinta-feira. “Minha estimativa é que, até o final do ano ou início do próximo ano, janeiro, estaremos operando o avião.”

O acordo da Ethiopian com a Boeing relativo ao acidente que matou 157 pessoas é confidencial, mas a aérea considera o assunto encerrado.

“Resolvemos nosso caso com a Boeing, é por isso que agora estamos iniciando o processo para retomar os voos com o avião”, disse Tewolde. “Isso aconteceu nos últimos três meses. Estamos contentes com o acordo.”

Cura

O acidente com o voo 302 da Ethiopian Airlines ocorreu logo após a decolagem em Adis Abeba, cinco meses após um incidente semelhante na Indonésia, o que levou ao aterramento do Max no mundo todo. A Boeing chegou a um acordo de US$ 2,5 bilhões no início do ano para arquivar uma acusação criminal de que teria fraudado o governo dos Estados Unidos ao ocultar informações sobre o jato. Isso incluiu quase US$ 1,8 bilhão para reembolsar clientes que compraram o Max.

O arranjo da Ethiopian com a Boeing é independente do acordo com o governo dos EUA, disse Tewolde.

O relacionamento da companhia aérea com a Boeing mostrou mais sinais de cura nesta semana, quando a operadora anunciou uma parceria com a fabricante de aviões para expandir seu hub de aviação. O projeto busca aumentar a capacidade de manufatura aeroespacial na capital do país e virá junto com a construção planejada de um aeroporto orçado em US$ 5 bilhões ao sul da cidade, disse Tewolde.

“Vamos fabricar peças, componentes de aviões e fornecê-los para a Boeing, Airbus e outros fabricantes”, disse.

A companhia aérea não vê problemas significativos devido ao conflito entre as forças do governo da Etiópia e rebeldes na região norte de Tigray, que matou milhares de pessoas e deixou milhões de desabrigados. O mercado externo responde por 85% a 90% das operações da Ethiopian, disse o CEO anteriormente à Bloomberg TV, e as conexões através do hub de Adis Abeba praticamente não foram afetadas.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos