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Etanol é grande aposta do Brasil em apresentação na ONU; entenda

·2 min de leitura

O Brasil será um dos principais participantes da COP 26, a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que se inicia no próximo domingo (31), em Glasgow, na Escócia. Com o setor automotivo em destaque nesse evento, os representantes do Governo Federal e da indústria da cana-de-açúcar vão mostrar os benefícios do etanol para a redução na emissão de poluentes na atmosfera.

Segundo reportagem do site Invest Exame, a comitiva do Brasil levará um estudo detalhado sobre o etanol ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão responsável pela produção do relatório climático usado pelos governos e que serve de base às discussões nas Conferências do Clima da ONU. A ideia é mostrar que, ao contrário do que pensa a ONU, a agressão ao meio ambiente é quase nula quando pensamos na produção dessa matéria-prima, já que não é utilizada floresta virgem para o cultivo.

O setor do agronegócio e dos automóveis aqui no Brasil se movimenta há algum tempo em direção ao uso do etanol contra o avanço da eletrificação do setor, método preferido na Europa. Empresas como a Volkswagen, por exemplo, pretendem investir em carros híbridos-flex, por considerar que o ciclo de vida da produção desses modelos é bem menos poluente do que um 100% elétrico europeu. A montadora alemã, inclusive, conseguiu trazer o centro de desenvolvimento em biocombustíveis para o Brasil.

O Toyota Corolla Hybrid foi o primeiro carro híbrido-flex do mundo (Imagem: Matheus Argentoni/Canaltech)
O Toyota Corolla Hybrid foi o primeiro carro híbrido-flex do mundo (Imagem: Matheus Argentoni/Canaltech)

Isso é possível porque a matriz energética do Brasil é predominantemente limpa, além da produção da cana-de-açúcar ser pouco agressiva ao meio ambiente. Montadoras como a Nissan, por exemplo, querem usar o etanol como célula de combustível para carros elétricos, fazendo com que o combustível produza o hidrogênio na cápsula instantaneamente. Há, inclusive, um projeto em andamento junto ao IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) para o desenvolvimento dessa tecnologia.

Atualmente, com o preço dos combustíveis cada vez maior no Brasil, o debate sobre o uso do etanol e de alternativas à gasolina é mais do que pertinente.

Fonte: Canaltech

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