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Estudos mostram ganhos modestos de emprego com cortes de benefícios em Estados dos EUA

·2 minuto de leitura
Hotel Quality Inn exibe uma placa de "Estamos contratando" em Tampa, Flórida, EUA

Por Howard Schneider

WASHINGTON (Reuters) - Novos dados de nível estadual dos Estados Unidos e estudos relacionados mostraram que um grupo de governadores, em grande parte republicanos, ainda não obteve o "boom" de empregos esperado ao cortar os benefícios federais a desempregados neste verão do Hemisfério Norte, mas a perda do auxílio pareceu levar alguns desempregados a aceitar trabalhos.

Análises separadas divulgadas na semana passada, baseadas em diferentes conjuntos de dados e metodologias, concluíram que os 26 Estados que cortaram o auxílio-desemprego do governo de 300 dólares semanais viram os desempregados encontrar um emprego a uma taxa mais rápida, talvez de até 6 pontos percentuais, frente aos 24 Estados que planejam manter o benefício até pelo menos seu vencimento federal, programado para o início de setembro.

No entanto, os Estados que cortaram benefícios registraram resultados piores no retorno das pessoas à força de trabalho formal, ao ponto que o crescimento geral do emprego nos dois grupos de Estados foi quase idêntico entre maio e julho.

Nas pesquisas regulares de emprego do governo norte-americano são consideradas desempregadas apenas as pessoas que estiverem procurando emprego; as demais são consideradas "fora da força de trabalho" até que comecem a trabalhar ou a procurar vaga.

Embora o fim dos benefícios federais de desemprego possa ter motivado as pessoas a aceitar trabalhos em um grupo de Estados, "em Estados sem o corte o emprego cresceu quase tanto quanto ao trazer as pessoas de volta à força de trabalho", ou seja, quem não estava procurando trabalho no mês anterior tinha começado a procurar e encontrado um emprego, escreveu Jed Kolko, economista-chefe do site de empregos Indeed.

Economistas do Goldman Sachs chegaram a uma conclusão semelhante.

O estudo do Goldman Sachs observou que o corte nos benefícios pareceu ter maior impacto sobre trabalhadores com salários mais baixos do setor de lazer e hospedagem --uma descoberta intuitiva, já que o auxílio semanal é maior que a remuneração que receberiam pelo retorno ao serviço.

Ao mesmo tempo, o Goldman observou que suas conclusões "sugerem" que aqueles que deixaram a força de trabalho desde o início da pandemia "o fizeram por razões não financeiras, como preocupação com a Covid".

Assim, como eles não voltaram (durante o verão nos EUA) ao mercado de trabalho nos Estados que cortaram os benefícios, talvez não o façam nas outras unidades da federação no outono caso a doença esteja se espalhando.

"Nossa descoberta de que a expiração do benefício não encorajou a participação na força de trabalho foi uma surpresa negativa e aumenta o risco de que alguns trabalhadores possam demorar para retornar à força de trabalho, especialmente se a variante Delta aumentar as preocupações em torno dos riscos à saúde", escreveram Joseph Briggs e Ronnie Walker, economistas do Goldman.

(Por Howard Schneider)

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