Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,91 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,95 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,51
    +1,69 (+2,65%)
     
  • OURO

    1.844,00
    +20,00 (+1,10%)
     
  • BTC-USD

    48.119,02
    -2.191,76 (-4,36%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,33
    +39,77 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,68 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.398,00
    +297,75 (+2,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4040
    -0,0085 (-0,13%)
     

Estudos britânicos sobre vacinação mostram queda significativa de infecções pela Covid-19

Kate Kelland
·2 minuto de leitura
Frascos rotulados como de vacina para Covid-19 em foto de ilustração

Por Kate Kelland

(Reuters) - O número de infecções pela Covid-19 em adultos de todas as idades caiu 65% após a primeira dose da vacina da AstraZeneca ou da Pfizer em uma pesquisa realizada no Reino Unido, a qual cientistas dizem mostrar o impacto da campanha nacional de imunização no mundo real.

A pesquisa foi conduzida no momento em que uma nova e mais infecciosa variante do coronavírus, chamada de B1.1.7, era dominante no Reino Unido, mas ainda assim concluiu que a vacinação era tão eficiente em pessoas mais velhas e com comorbidades quanto nas mais jovens e saudáveis.

"As conclusões no mundo real são extremamente promissoras", disse o ministro da Saúde britânico, James Bethell, em nota. Ele afirmou que os números mostram que o programa de vacinação britânico contra a Covid-19 - um dos mais rápidos do mundo - estava produzindo um "impacto significativo".

Os dados vêm de dois estudos que são parte da Pesquisa de Infecção da Covid-19 - uma colaboração entre a Universidade de Oxford, o departamento de Saúde do governo, e o Gabinete Nacional de Estatísticas. Ambos os estudos foram publicados online, antes da impressão, e ainda não foram revisados por pares.

Os pesquisadores analisaram mais de 1,6 milhão de resultados de testes PCR de 373.402 participantes do estudo entre 1º de dezembro de 2020 e 3 de abril de 2021.

Eles concluíram que 21 dias após a primeira dose da vacina, seja a da AstraZeneca ou a da Pfizer-BioNTech - sem a segunda dose - as taxas de novas infecções pela Covid-19 caíram 65%. Isso inclui uma queda nas infecções sintomáticas de 74% e uma queda nas infecções sem sintomas de 57%.

As reduções em infecções gerais e sintomáticas foram ainda maiores após a segunda dose - 70% e 90% respectivamente - concluiu o estudo, e foram semelhantes aos efeitos em pessoas que já haviam passado por uma infecção de Covid-19.

O segundo estudo analisou os níveis de anticorpos para o vírus SARS-CoV-2 para verificar como eles mudaram após uma dose de cada vacina e após duas doses da Pfizer. Os resultados mostraram que as respostas dos anticorpos a uma única dose de ambas as vacinas foram ligeiramente mais baixas em pessoas mais velhas, mas altas em todas as idades após duas doses da Pfizer.