Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.038,11
    +2.117,50 (+1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.249,02
    +314,11 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,82
    +0,11 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.832,00
    +16,30 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    57.242,07
    +744,92 (+1,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.480,07
    +44,28 (+3,08%)
     
  • S&P500

    4.232,60
    +30,98 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    34.777,76
    +229,23 (+0,66%)
     
  • FTSE

    7.129,71
    +53,54 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    28.610,65
    -26,81 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    29.357,82
    +26,45 (+0,09%)
     
  • NASDAQ

    13.715,50
    +117,75 (+0,87%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3651
    -0,0015 (-0,02%)
     

Estudo sinaliza preconceito de gênero na exibição de anúncios do Facebook

Paresh Dave
·1 minuto de leitura

Por Paresh Dave

(Reuters) - Os usuários do Facebook podem não estar sendo notificados sobre os empregos para os quais são qualificados porque os algoritmos da rede social direcionam desproporcionalmente seus anúncios a diferentes gêneros. E isso vai "além do que pode ser legalmente justificado", afirmam pesquisadores universitários em um estudo publicado nesta sexta-feira.

De acordo com a pesquisa, em um dos três exemplos que geraram resultados semelhantes, o Facebook direcionou um anúncio de entregador da Instacart para um público majoritariamente feminino, e um anúncio de entregador da Domino's para um público majoritariamente masculino. A Instacart tem em sua maioria entregadores mulheres; a Domino’s, homens, aponta o estudo de pesquisadores da Universidade Southern California.

Em contrapartida, a pesquisa constatou que o LinkedIn mostrou o anúncio da Domino's e da Instacart para aproximadamente a mesma proporção de mulheres. A descoberta reforça o argumento de que os algoritmos do Facebook podem estar violando as leis antidiscriminação dos Estados Unidos, afirma o estudo.

"A exibição de anúncios do Facebook pode resultar em desvios de gênero em publicidade de oportunidades de emprego, além do que pode ser legalmente justificado por possíveis diferenças nas qualificações", disse o estudo.

O porta-voz do Facebook, Joe Osborne, disse que a empresa reconhece “muitos sinais para tentar entregar às pessoas anúncios nos quais elas estarão mais interessadas, mas entendemos as preocupações levantadas no estudo”.

Em meio a ações judiciais e investigações regulatórias sobre discriminação por meio da segmentação de publicidade, o Facebook reforçou controles para evitar que clientes excluam alguns grupos de verem anúncios de empregos, imóveis entre outros.