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Estudo revela quais cores automotivas ganharam popularidade no ano da pandemia

EDUARDO SODRÉ
·2 minuto de leitura
(Foto: FREDERIC J. BROWN/AFP via Getty Images)
(Foto: FREDERIC J. BROWN/AFP via Getty Images)

Houve mais diversidade nas cores dos carros em 2020, segundo estudo apresentados pela Basf, fabricante de tintas automotivas.

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Tons de azul, amarelo, vermelho e violeta ganharam destaque em diferentes regiões do planeta.

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O levantamento não faz correlação entre as escolhas dos consumidores e a mudança global de humor causada pela pandemia de Covid-19, mas lembra que houve queda nas vendas de veículos mundo afora, o que influi nos resultados.

O vermelho se tornou mais popular na América do Sul: foi a cor predominante em 9% dos veículos novos vendidos na região em 2020. O tom se destaca em lançamentos importantes do ano passado, a exemplo da picape Fiat Strada e do esportivo Honda Civic SI.

Mas a preferência do consumidor no continente segue concentrada no branco, que está presente na carroceria de 39% dos carros comercializados no ano passado. Prata e cinza dividem a segunda colocação com 16% cada, seguidos do preto (12%).

Na Europa, no Oriente Médio e na África, o azul está em alta. Na média, 11% dos automóveis vendidos nessas regiões traziam alguma variação da cor — segundo a Basf, há cerca de 160 tons disponíveis.

O azul também segue forte na América do Norte, estando presente em 13% dos carros novos comercializados no ano passado. Já o bege e o marrom, que já fizeram sucesso nos EUA, sumiram da lista.

A Ásia se destaca pela presença de cores mais chamativas, como violeta, laranja, amarelo e dourado, cada uma com 1% de participação.

Todas essas regiões têm o branco como a cor automotiva mais presente. Segundo a Basf, 40% dos veículos que saíram das fábricas em 2020 traziam essa cor.

Para 2021, tons esverdeados ou amarelados misturados a pigmentos azuis devem ganhar relevância. Essa é a aposta de outra gigante do setor de tintas automotivas, a Axalta.

É provável que as mudanças impostas pela pandemia influenciem nas escolhas futuras dos consumidores de automóveis, bem como as novas formas de se ter um automóvel na garagem. O peso desses fatores poderá ser medido no fim da década que começa agora.

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