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Estudo de Oxford vê proteção de vacinas contra cepa brasileira

Marthe Fourcade
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Vacinas contra Covid-19 da AstraZeneca e da Pfizer podem ajudar a proteger pacientes da variante do coronavírus que surgiu no Brasil, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Universidade de Oxford.

Experimentos de laboratório indicam que as vacinas são quase tão eficazes contra a variante brasileira como contra a do Reino Unido, que já se mostrou susceptível aos imunizantes existentes. As mesmas vacinas não desempenharam bem contra a cepa que surgiu na África do Sul.

Os vírus sofrem mutações constantes e os pesquisadores estão estudando novas versões para ver que impacto terão nos esforços globais para imunizar populações e restaurar economias, a educação escolar e a sociedade. Empresas já estão desenvolvendo doses de reforço que visam especificamente os coronavírus mutantes.

As variantes do Reino Unido e do Brasil tornaram as vacinas cerca de três vezes menos eficazes do que contra as cepas anteriores, descobriram os cientistas. Contra a variante da África do Sul, pesquisadores descobriram uma redução de nove vezes no nível de neutralização pela vacina Astra e uma redução de 7,6 vezes para a injeção da Pfizer.

As estimativas são baseadas nos níveis de anticorpos, proteínas do sistema imunológico que podem impedir os vírus de entrar nas células, encontrados no sangue de pessoas vacinadas ou recuperadas da Covid. O estudo não foi revisado por outros especialistas.

Título em inglês:Vaccines Seen Protecting Against Brazil Strain in Oxford Study

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