Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.672,76
    -3.755,42 (-3,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.402,73
    -283,30 (-0,54%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,05
    +0,09 (+0,11%)
     
  • OURO

    1.768,70
    -1,80 (-0,10%)
     
  • BTC-USD

    64.120,97
    +1.910,37 (+3,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.485,83
    +22,47 (+1,54%)
     
  • S&P500

    4.519,63
    +33,17 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    35.457,31
    +198,70 (+0,56%)
     
  • FTSE

    7.217,53
    +13,70 (+0,19%)
     
  • HANG SENG

    25.787,21
    +377,46 (+1,49%)
     
  • NIKKEI

    29.371,96
    +156,44 (+0,54%)
     
  • NASDAQ

    15.393,50
    -5,00 (-0,03%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5065
    +0,0103 (+0,16%)
     

Estudo explica uma das reações mais estranhas causadas pela covid-19

·1 minuto de leitura

Um dos efeitos mais estranhos da covid-19 no organismo ficou conhecida como o “dedão de covid”. Esse sintoma se manifesta com a vermelhidão e um aspecto de feridas com aspecto de queimaduras causadas pelo frio. Mas por que isso acontece?

Um estudo publicado no British Journal of Dermatology tem uma explicação para isso. A pesquisa acompanhou 50 participantes que desenvolveram o problema e mais 13 que passaram por uma situação similar antes da pandemia e concluiu que a reação é desencadeada por uma resposta autoimune do organismo.

Segundo a publicação, em algumas pessoas, a resposta à infecção acaba gerando um volume grande de autoanticorpos, que atacam por engano as células do próprio corpo em vez de mirar exclusivamente no invasor. O resultado é a degradação de alguns dos tecidos.

Autoanticorpos produzidos pelo organismo podem atacar o próprio corpo em vez do vírus(Imagem: iLexx/Envato Elements)
Autoanticorpos produzidos pelo organismo podem atacar o próprio corpo em vez do vírus(Imagem: iLexx/Envato Elements)

Os pesquisadores apontam que além dos autoanticorpos, outros mecanismos foram identificados. Um deles é a proteína antiviral interferon tipo 1 e o outro são as células ao redor de vasos sanguíneos próximos às áreas afetadas.

A reação foi identificada ainda nos primeiros meses de pandemia, mesmo sem entrar na lista oficial de sintomas da covid-19. Chamou a atenção dos especialistas, à época, o fato de que muitos dos pacientes que desenvolviam as feridas sequer apresentavam os sinais mais comuns da doença. A Itália chegou a ter uma “epidemia” desses casos entre crianças e adolescentes descrita em maio de 2020.

Com as novas constatações, os pesquisadores esperam desenvolver novas formas de tratar a reação. Para a maioria dos pacientes, a condição desaparece por conta própria, mas para outros é necessário utilizar cremes e outros remédios para auxiliar a recuperação.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos