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Estudo encontra microrganismos únicos em sistemas de transporte de todo o mundo

·2 minuto de leitura

O corpo humano possui algo chamado microbioma intestinal, mais conhecido como floral intestinal, que consiste em um agrupamento de espécies de microrganismos que simplesmente estão vivendo em nosso trato digestivo. O que poucos sabem, no entanto, de acordo com um novo estudo, é que cada cidade conta com o seu tipo de microbioma, que varia de local a local, cada um sendo único.

A pesquisa, que foi publicada na revista científica Cell, fez o mapeamento de comunidades microbiais de 60 cidades de todos os seis continentes, analisando mais de 4.700 amostras retiradas de sistemas de ônibus e metrô. Com isso, foi possível estudar bactérias, vírus e arqueas que vivem nessas cidades, em um processo que durou três anos.

Chris Mason, professor de medicina e o principal autor do estudo, conta que os cientistas já sabiam que encontrariam milhares de espécies de microrganismos nas amostras, mas que não imaginavam que os microbiomas podiam variar entre as cidades. Eles encontraram um grupo consistente de 31 espécies de microorganismos essenciais, como o Cutibacterium acnes, que vive na pele, mas também comunidades microbianas distintas, que basicamente representavam uma assinatura de cada cidade. Mason diz que essas diferenças podem ser atribuídas às diferentes temperaturas dos ambientes, além dos níveis de umidade.

<em>Imagem: Reprodução/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Freepik

Em todas as cidades, os cientistas encontraram também quantidades diferentes de genes que significam uma resistência antimicrobiana, o que é uma preocupação mundial de saúde, trazendo respostas sobre os tipos de antibióticos que estão sendo tomados em cada local. Mas o pesquisador também revela uma boa notícia vinda do estudo, afirmando que nas regiões urbanas, em comparação com amostras de solo e do intestino humano. Existem menos genes que sinalizam a resistência antimicrobiana. As análises também apresentaram a descoberta de uma quantidade de DNA de bactérias e vírus nunca antes classificados.

Mason completa dizendo que com mais da metade dos humanos vivendo em cidades, serviços humanos, como os de transporte, acabam se tornando o "maior ecossistema tátil compartilhado que nós temos". A partir das análises, será possível descobrir como preservar esses microbiomas humanos.

O estudo completo está disponível para consulta neste link.

Fonte: Canaltech

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