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Estudo descobre diferença marcante entre neurônios humanos e de outros mamíferos

·1 min de leitura

Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) descobriram uma diferença crucial entre os neurônios de seres humanos e os de outros mamíferos: um número muito menor de canais iônicos, que controlam o fluxo de íons como potássio e sódio. O estudo sugere, inclusive, que essa redução na densidade do canal pode ter ajudado o cérebro humano a evoluir para operar de forma mais eficiente.

O argumento levantado pelo estudo é que, se o cérebro pode economizar energia reduzindo a densidade dos canais iônicos, pode gastar essa energia em outros processos neurais. Os pesquisadores analisaram neurônios de dez mamíferos diferentes (musaranhos etruscos, esquilos-da-mongólia, camundongos, ratos, cobaias, furões, coelhos, saguis, macacos e seres humanos) e descobriram que, conforme o tamanho dos neurônios aumenta, a densidade dos canais aumenta também. No entanto, os neurônios humanos se mostraram como uma exceção a essa regra.

(Imagem: Cookelma/Envato Elements)
(Imagem: Cookelma/Envato Elements)

“Achamos que os humanos evoluíram a partir desse plano de construção que restringia anteriormente o tamanho do córtex, e descobriram uma maneira de se tornar mais eficientes energeticamente, em comparação com outras espécies”, afirmam os pesquisadores.

O grupo agora espera descobrir para onde essa energia extra vai, e se existem mutações genéticas específicas que ajudam os neurônios do córtex humano a atingir essa alta eficiência. Os pesquisadores também estão interessados ​​em explorar se as espécies de primatas apresentam diminuições semelhantes na densidade do canal iônico. O estudo foi publicado na revista científica Nature.

Fonte: Canaltech

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