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Estudo da Malásia diz que CoronaVac é eficiente contra casos graves de Covid

·2 minuto de leitura
Caixas e ampolas da CoronaVac

KUALA LUMPUR (Reuters) - A CoronaVac, vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac, é altamente eficiente contra doenças graves, embora as vacinas da Pfizer/BioNTec e da AstraZeneca tenham mostrado taxas de proteção melhores, mostrou um amplo estudo de campo da Malásia.

Os dados mais recentes são um impulso para a empresa chinesa, cuja vacina contra Covid-19 é alvo de um questionamento crescente no que diz respeito à sua eficácia na esteira de relatos de infecções entre profissionais de saúde totalmente vacinados com seu imunizante na Indonésia e na Tailândia.

Realizado pelo governo malaio, o estudo apontou que 0,011% de cerca de 7,2 milhões de pessoas vacinadas com a CoronaVac precisou de cuidados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) para infecções de Covid-19, disseram autoridades de saúde aos repórteres na quinta-feira.

Em contraste, 0,002% de cerca de 6,5 milhões de pessoas inoculadas com a vacina da Pfizer/BioNTech foram internadas em UTIs com infecções de Covid-19, e 0,001% de 744.958 pessoas inoculadas com a vacina da AstraZeneca necessitaram de cuidados semelhantes.

Kalaiarasu Peariasamy, diretor do Instituto de Pesquisa Clínica que realizou o estudo juntamente com uma força-tarefa nacional contra a Covid-19, disse que as vacinas --independentemente da marca-- reduzem o risco de internação em UTIs em 83% e diminuem o risco de morte em 88% com base em um estudo menor com cerca de 1,26 milhão de pessoas.

"A taxa de infecção nas internações em tratamento intensivo é extremamente baixa", disse ele, acrescentando que as internações de indivíduos totalmente vacinados em UTIs é de 0,0066%.

A taxa de mortalidade de pessoas totalmente vacinadas de 0,01% também é baixa, e a maioria delas ou tinha mais de 60 anos ou comorbidades.

Houve diferenças no perfil demográfico das pessoas que receberam as três vacinas, e isto pode ter provocado resultados diferentes, observou Kalaiarasu.

A maioria dos vacinados com a AstraZeneca foi de "meia idade", e os imunizantes da Pfizer e da Sinovac foram "em grande parte para a população vulnerável".

Aqueles que receberam a AstraZeneca também representaram uma proporção muito menor do estudo, que envolveu cerca de 14,5 milhões de indivíduos totalmente vacinados e foi realizado durante mais de cinco meses a partir de 1º de abril.

Em julho, a Malásia disse que pararia de administrar a vacina da Sinovac quando seus suprimentos acabassem por ter um número suficiente de outras vacinas para seu programa.

A vacina da Sinovac é usada amplamente em vários países, incluindo China, Indonésia, Tailândia e Brasil, e no início deste mês a empresa disse que já distribuiu 1,8 bilhão de doses em casa e no exterior.

No Brasil, a CoronaVac é responsável por 32,8% do total de doses de vacinas aplicadas na população, sendo a segunda mais utilizada no país, atrás apenas da AstraZeneca, com 43,8%.

(Por Liz Lee)

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