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Estudo de crânio de espécie prima dos humanos traz pistas sobre nossa evolução

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

Uma recente descoberta pode mudar um pouco do que sabemos sobre a evolução humana. Cientistas da Universidade La Trobe, em Melbourne, na Austrália, finalizaram os estudos que estavam sendo conduzidos no crânio de um Paranthropus robustus, espécie parente direta dos humanos, encontrado na África do Sul em 2018.

<em>Imagem: Reprodução/La Trobe University</em>
Imagem: Reprodução/La Trobe University

De acordo com a pesquisa, que foi publicada na revista científica Nature Ecology & Evolution na última terça-feira (10), o Paranthropus robustus contava com cérebros pequenos e dentes grandes, ao contrário de outro parente, o Homo erectus, que tinha os dentes pequenos e os cérebros grandes. Essa descoberta, segundo os cientistas, significa que o Paranthropus evoluiu para que pudesse ter mais força na mordida, auxiliando na mastigação de alimentos.

As alterações anatômicas, por sua vez, aconteceram há cerca de dois milhões de anos e, segundo o estudo, os principais motivos foram as graves alterações climáticas que trouxeram com consequência a escassez de alimentos. Naquela época, a região em que o crânio foi encontrado deixou de ser úmida e se tornou árida e seca, alterando a vegetação e trazendo mais dificuldades na hora de se alimentar.

<em>Imagem: Reprodução/La Trobe University</em>
Imagem: Reprodução/La Trobe University

O Paranthropus robustus foi descoberto em 1938 e, segundo os pesquisadores, o crânio encontrado é um exemplo raro de microevolução de espécies que estão dentro da linhagem humana. Antes da descoberta desta novidade, os cientistas acreditavam que machos e fêmeas viviam separadamente, com o tamanho do crânio sendo usado como base de definição entre eles, sendo os fósseis femininos os menores. Porém, analisando o fóssil encontrado dois anos atrás, perceberam que o crânio é pequeno e do sexo masculino, deixando de sustentar essa teoria.

Fonte: Canaltech

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