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Estudo comprova benefícios da companhia de animais contra depressão e ansiedade

·2 minuto de leitura

É de conhecimento popular, há muito tempo, que animais são uma companhia bastante benéfica aos seres humanos, mas não haviam estudos, até então, que comprovassem tal fato. Agora, pela primeira vez, cientistas divulgaram o resultado de uma pesquisa científica que explora as vantagens da companhia de animais para auxiliar no tratamento de transtornos mentais, como depressão ou ansiedade crônica.

O estudo foi realizado por cientistas da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos, que descobriram que após um ano de adoção os participantes do estudo apresentaram uma melhora significativa na depressão, ansiedade e sentimento de solidão. Esses animais são classificados como animais de apoio emocional e, diferente dos de serviço, não precisam de treino ou certificado para ajudar os humanos.

Os cientistas recrutaram participantes do estudo através de uma iniciativa norte-americana que consegue casas para que cachorros de rua atuem como animais de apoio emocional, o Hope and Recovery Pet (HARP). Todos os voluntários foram classificados como de renda baixa, com transtorno mental crônico e que vivem sozinhos, e antes da adoção ser concretizada eles precisaram realizar um teste para comprovar as doenças.

<em>Imagem: Reprodução/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Freepik

Os pesquisadores também coletaram amostras de saliva para fazer a análise de três biomarcadores de estresse e de conexão: ocitocina, hormônio que é liberado durante interações de vínculo, cortisol, hormônio do estresse que aumenta risco de doenças, e alfa-amilase, enzima encontrada na saliva que pode indicar níveis altos de estresse.

Acompanhamento

Os participantes do estudo foram acompanhados pelos cientistas após um mês, três meses, seis, nove e 12 meses, coletando amostras de saliva a cada visita e pedindo para que eles interagissem com o animal de suporte emocional por cerca de 10 minutos. Então, após o fim da interação, novas amostras de saliva eram coletadas.

Depois de 12 meses completos de estudo, todos os participantes realizaram o mesmo teste psicológico para uma nova avaliação do bem-estar. Então, o estudo concluiu que os voluntários apresentaram níveis menores de ansiedade e depressão depois de um ano de adoção de um animal, e também se sentiam menos solitários.

Em relação à análise dos três biomarcadores, os cientistas dizem que não houve alteração significativa nos dados obtidos pela saliva, ainda que houvesse um padrão consistente de aumento da oxitocina e redução do cortisol. O estudo ainda deve ser o primeiro de muitos, e por enquanto os resultados não podem ser generalizados.

Fonte: Canaltech

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