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Estudo com proteínas dá um passo adiante rumo ao tratamento do Alzheimer

·1 minuto de leitura

Pesquisadores da Case Western Reserve University (EUA) investiram em novas abordagens para tratar Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas ao identificar características específicas em príons (partículas infecciosas constituídas apenas por proteínas filamentares e DNA codificadas a partir de genes especiais que induzem a produção de anticorpos).

A ideia em si consiste em ajudar a projetar uma estratégia para conter doenças relacionadas a príons. Eles foram descobertos pela primeira vez no final da década de 1980 como um agente biológico contendo proteína que poderia se replicar em células vivas, porém sem ácido nucleico.

Os príons podem se ligar a proteínas no cérebro e causar buracos microscópicos. Com isso em mente, os pesquisadores desenvolveram um novo processo para estudar os príons, envolvendo a exposição ao raio X.

Pesquisadores estudam proteínas para desenvolver tratamento de Alzheimer (Imagem: twenty20photos/envato)
Pesquisadores estudam proteínas para desenvolver tratamento de Alzheimer (Imagem: twenty20photos/envato)

Eles contam que a abordagem também fornece um modelo de como identificar locais estruturalmente importantes em proteínas ao tratar doenças como o Alzheimer, que envolve a propagação de proteínas de célula a célula (no caso, os neurônios) de maneira semelhante aos príons. Os cientistas ainda não descobriram a causa exata da doença de Alzheimer, mas concordam amplamente que os problemas com proteínas desempenham um papel importante em seu surgimento e progressão.

Fonte: Canaltech

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