Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -634,97 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,16 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,01
    +0,10 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.876,90
    -2,70 (-0,14%)
     
  • BTC-USD

    38.868,76
    +3.049,95 (+8,51%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,40 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,23 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,87 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    14.019,25
    +25,00 (+0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1935
    +0,0009 (+0,01%)
     

Estudo do BCE aponta vantagem de intervalo em metas de inflação

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Os bancos centrais podem controlar melhor as expectativas de inflação se usarem um intervalo para o aumento dos preços em vez de uma meta precisa, segundo estudo do Banco Central Europeu que pode ter implicações para a revisão estratégica da instituição.

O estudo de Michael Ehrmann, chefe da divisão de pesquisa de política monetária e que trabalhou no Banco do Canadá, analisou as estratégias de metas de inflação em 20 economias avançadas e de mercados emergentes.

Segundo a pesquisa, definir uma faixa dentro da qual o crescimento dos preços ao consumidor é considerado aceitável aumenta a credibilidade dos bancos centrais, porque é menos provável que a meta não seja cumprida.

“As evidências, portanto, favorecem a adoção de algum tipo de intervalo, seja na forma de uma faixa ou banda de tolerância em torno de uma meta específica”, disse Ehrmann.

O BCE estuda se sua meta de inflação “abaixo, mas perto de 2% a médio prazo” deve ser alterada, como parte de uma revisão abrangente de suas políticas. Embora várias autoridades tenham sinalizado que a frase é muito vaga, não há consenso sobre o que deveria substitui-la. A decisão deve ser tomada ainda este ano.

O Federal Reserve concluiu sua própria revisão no ano passado com a decisão de buscar uma meta de inflação média, mantendo o alvo em 2%, mas permitindo que fique acima desse nível após períodos de baixo aumento dos preços. O Banco da Inglaterra tem uma meta de 2%.

O documento do BCE também observou diferenças entre jurisdições caso o banco central não cumpra a meta. Nas economias emergentes, o pior resultado seria definir um intervalo e ficar fora dele, o que confundiria analistas. Nas economias avançadas, o maior perigo reside em não atingir uma meta difícil.

“Ficar fora do intervalo da meta é particularmente prejudicial para a credibilidade nas economias emergentes”, escreveu Ehrmann. Para as economias avançadas, entretanto, “descobrimos que as metas específicas têm um desempenho relativamente ruim quando a inflação se afasta repetidamente da meta, no sentido de que as expectativas de inflação se tornam mais dependentes da inflação materializada. Isso sugere que o contexto econômico é importante.”

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.