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Estudo aponta desenvolvimento de problema cardíaco entre pessoas com HIV

·3 minuto de leitura
Estudo aponta desenvolvimento de problema cardíaco entre pessoas com HIV
Estudo aponta desenvolvimento de problema cardíaco entre pessoas com HIV

A maior rede global de estudos sobre HIV, o AIDS Clinical Trials Group (ACTG), publicou no JAMA Network Open uma recente descoberta a respeito da relação entre pessoas soropositivas e problemas cardíacos.

De acordo com o Medical Xpress, a pesquisa analisou 755 participantes com idades entre 40 e 75 anos e aproximadamente metade (49%) dos participantes tinham em comum placas ateroscleróticas em suas artérias coronárias – uma inflamação vinda da formação de placas de gordura, cálcio e outros elementos.

“Este estudo do REPRIEVE busca entender melhor por que as pessoas que vivem com HIV desenvolvem doenças cardíacas, mesmo quando seu HIV está bem controlado e não têm muitos fatores de risco tradicionais”, disse Judith Currier, MD, M. Sc., da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

“REPRIEVE é o maior estudo de doenças cardiovasculares entre pessoas que vivem com HIV e este é um relatório inicial importante que prepara o terreno para descobertas futuras importantes.”

Estudo aponta desenvolvimento de problema cardíaco em comum entre pessoas com HIV. Imagem: Shutterstock
Estudo aponta desenvolvimento de problema cardíaco em comum entre pessoas com HIV. Imagem: Shutterstock

A pesquisa foi desenhada para identificar especificamente os fatores que contribuem para as doenças cardiovasculares entre pessoas que vivem com HIV.

Apesar de há muito se saber que pessoas com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) são mais suscetíveis a eventos cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames, pouco se sabe sobre a prevalência e extensão da aterosclerose e os fatores biológicos que podem estar associados.

O grupo usou angiografia coronária para avaliar a quantidade de placa nas artérias coronárias dos participantes e correlacionar esses achados com amostras de sangue. Segundo os resultados, o desenvolvimento das placas foi associado a uma carga maior de fatores de risco, bem como a níveis mais elevados de inflamação, independentemente dos escores de risco tradicionais a qual o grupo já é exposto.

Na grande maioria (97%) as placas se apresentavam de forma leve, sem grandes estreitamentos da artéria. Entretanto, 23% dentre os participantes apresentaram placas com características que poderiam potencializar problemas cardíacos no futuro, também chamado de ‘placa vulnerável’.

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Ainda de acordo com o estudo, o desenvolvimento futuro de doenças cardiovasculares aumenta de acordo com maiores escores de risco ASCVD PCE – um índice de risco tradicional.

O ensaio clínico foi feio com participantes que apresentavam risco baixo e moderado, por isso, o grupo de pesquisadores pretende abordar então se a placa é significativa o suficiente para causar eventos cardiovasculares futuros, bem como se a terapia com estatina pode reduzir a inflamação e a incidência de ataques cardíacos e derrames.

“A doença cardíaca é a principal causa de doença e morte entre as pessoas que vivem com HIV, incluindo aquelas com a doença bem controlada que recebem tratamento antirretroviral”, disse o Dr. Steven Grinspoon, do Hospital Geral de Massachusetts.

“Até agora, nossa compreensão da doença arterial coronariana entre pessoas que vivem com HIV tem sido muito limitada. Essas descobertas expandem significativamente nosso conhecimento e fornecem informações importantes que estabelecerão a base para nos ajudar a apoiar melhor a saúde e o bem-estar das pessoas que vivem com HIV. “

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