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Estudante descobre solução para poluição nos mares após acidente em laboratório

·1 minuto de leitura
A pesquisadora descobriu uma maneira de decompor isopor em 7 meses. Foto: Getty Images.
A pesquisadora descobriu uma maneira de decompor isopor em 7 meses. Foto: Getty Images.
  • Myllena da Silva tem 19 anos e estuda no Instituto Federal do Ceará

  • A pesquisadora descobriu uma maneira de decompor isopor em 7 meses

  • Duas universidades americanas ofereceram bolsas integrais à jovem

Uma estudante de apenas 19 anos descobriu uma solução para a poluição causada por polímeros. A descoberta feita por Myllena da Silva aconteceu após um acidente em um laboratório do Instituto Federal do Ceará.

A pesquisadora estava utilizando uma estufa durante um estudo sobre a cristalização de polímeros, que pegou fogo em um momento de desatenção. Ao levar o material para resfriar debaixo de uma torneira de água, Myllena percebeu que a amostra de isopor havia se transformado em uma superfície lisa resistente à água, devido ao choque térmico. Foi aí que a estudante teve uma ideia de como aproveitar a descoberta.

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Como o material é impermeável, Myllena teve a ideia de usá-lo para evitar que navios poluam os oceanos ao deixar resquícios de óleo na água. Mas não foi a única descoberta de Myllena.

Em outro procedimento, a jovem conseguiu encontrar uma maneira de acelerar a degradação do isopor. Ao testar o polímero em forma de cristal poroso com uma bactéria, Myllena conseguiu descobrir que o resultado da decomposição era muito mais rápido que no caso do isopor sem ser cristalizado, levando somente 7 meses.

Myllena da Silva apresentou os resultados de seus trabalhos na Intel ISEF 2018, a maior feira de ciência do mundo, que ocorreu em Pittsburgh, Estados Unidos. Além de dois prêmios, a pesquisadora conquistou bolsa integral na Universidade do Arizona e na Universidade Estadual do Arizona.

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