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Estoques de supermercados caem em abril

***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 25-07-2014 - A gerente Maria Freitas da Silva, 33, comparando preços em gôndola de supermercados, em São Paulo (SP). (Foto: Raquel Cunha/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 25-07-2014 - A gerente Maria Freitas da Silva, 33, comparando preços em gôndola de supermercados, em São Paulo (SP). (Foto: Raquel Cunha/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O volume médio dos estoques no varejo supermercadista brasileiro caiu, em abril. É o menor patamar mensal desde janeiro de 2020, segundo a Neogrid, empresa de pesquisa especializada em cadeias de abastecimento.

A queda foi superior a 9% na comparação com abril do ano passado e de 16% ante o mesmo mês de 2020.

Em março, a situação aparecia inversa, com um ligeiro aumento dos estoques, cenário que pode ter se revertido por diversos fatores, segundo Robson Munhoz, diretor da Neogrid.

Um deles é a expansão das promoções para atrair os clientes, o que deve ter ajudado a consumir estoques. O momento pelo qual passa o varejo é de alerta diante do equilíbrio para não espantar o consumidor com os repasses de preço nem corroer demais as margens em meio à inflação.

A Neogrid também atribui a oscilação ao cenário de dificuldade na importação de insumos da China e à disparada na inflação e no diesel, que interferem diretamente nas negociações entre indústria e varejo e na logística, porque a queda de braço pode prolongar o processo até o fornecimento.

O levantamento tem base em dados de 80% das maiores redes supermercadistas do país, segundo a Neogrid.

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