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Estoque de crédito no Brasil sobe 1,9% em setembro, para R$ 3,809 trilhões

·4 minuto de leitura

O saldo das operações de crédito do sistema financeiro subiu 1,9% em setembro, para R$ 3,809 trilhões, informou o Banco Central. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC, o estoque de operações foi para 52,8%, frente a 51,9% em agosto. Em setembro de 2019, o saldo era de 47,1%. O saldo total do crédito livre avançou 1,9% em setembro sobre o mês anterior, chegando a um total de R$ 2,220 trilhões, enquanto o crédito direcionado avançou 2%, para R$ 1,590 trilhão. O saldo total de crédito para as famílias aumentou 1,4% no mês e cresceu 9,3% em 12 meses, chegando a R$ 2,121 trilhões. Para as empresas, o avanço no mês foi de 2,6%, alcançando R$ 1,688 trilhão. Medida em 12 meses, a alta é de 18,3%. Concessões de empréstimos O sistema financeiro concedeu em setembro 6,5% a mais em novos empréstimos e financiamentos, na comparação com agosto. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento também de 6,5%. As concessões para clientes corporativos aumentaram 10,4% contra o mês anterior, somando R$ 178,9 bilhões. Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 188,1 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 3,1% acima do que tinha concedido em agosto. A concessão com recursos livres, em que as taxas são pactuadas livremente entre bancos e clientes, subiu 7,3%. Já as operações com recursos direcionados, que são regulamentadas pelo governo ou vinculadas a recursos orçamentários, aumentaram 2,4% no mês passado. Retirando-se da conta os fatores sazonais, as concessões de crédito em setembro, na comparação com agosto, subiram 2,9%. Para as pessoas físicas, houve alta de 5,7%, enquanto para as pessoas jurídicas foi registrada expansão de 2,3%. No crédito livre total, as concessões subiram 3,4%, com alta de 2% para empresas e alta de 6,7% para pessoas. No crédito direcionado, subiram 0,1%, com queda de 3% para jurídica e recuo de 5,5% para física. O quadro geral do crédito em setembro foi "bastante positivo" e os "indicam que têm sido bem-sucedidos os esforços" do governo para alcançar as empresas menores, afirmou nesta segunda-feira o chefe-adjunto do departamento do Banco Central (BC), Renato Baldini. "A preocupação com o crédito para as pequenas e médias empresas é sempre maior, porque tende a ser mais difícil alcançar esses segmentos. Mas foram vários os programas criados [para esses segmentos] nos ultimos meses", disse em entrevista coletiva. Ele destacou as altas no saldo para micro, pequenas e médias empresas de 5,5% em relação a agosto, 23,3% no ano e 28,1% em 12 meses. No crédito total, as expansões foram de 2,6%, 15,6% e 18,3%, respectivamente. "Isso dá uma indicação de que o crédito voltado para o segmento cresceu de forma mais significativa do que a média", afirmou. Crédito imobiliário O estoque total de crédito imobiliário para as pessoas físicas com recursos direcionados subiu 1,1% em setembro na comparação com agosto, somando R$ 689,606 bilhões. Em 12 meses, a alta é de 10,3%. Já as concessões, na mesma categoria, caíram 1,2%, para R$ 12,584 bilhões no mês, acumulando alta de 25,9% em 12 meses. Em setembro, as concessões com taxas reguladas caíram 2,3% para R$ 11,317 bilhões, enquanto aquelas com taxas de mercado tiveram alta de 9,6%, para R$ 1,267 bilhão. A taxa de juros, por sua vez, ficou estável em 7,2%. Em setembro de 2019, estava em 7,6%. Veículos O saldo de operações para a compra de veículos por pessoas físicas teve alta de 1,2% no mês passado, para R$ 209,163 bilhões. Em 12 meses, o crescimento é de 8,7%. As concessões subiram 9,6% no mês, para R$ 11,976 bilhões, e crescem 0,2% em 12 meses. A taxa de juros média ficou em 18,6% ao ano, após marcar 18,9% em setembro. BNDES A carteira de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas encerrou setembro com alta de 0,2%, em R$ 393,253 bilhões. No ano, a alta é de 2,9%. Em 12 meses, o recuo soma 2,3%. Olhando as concessões do BNDES, foi registrada queda de 52,6% no mês passado, para R$ 2,736 bilhões. No ano, a alta é de 21,4%. Em 12 meses, as concessões recuam 7,3%.

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